Sem lotérica, filha de premiada na ‘Mega da Virada’ viaja para apostar

29/12/2014 18h46 - Atualizado em 30/12/2014 02h08

Um ano após o sorteio, o AMP  voltou à pequena cidade do norte da Bahia. Logo na chegada, a primeira surpresa. A Lotérica Rubi, única central de apostas do município, estava fechada. “Não abre as portas há uns três meses. Não sabemos ao certo o que aconteceu. Falta de movimento é que não foi. Depois que os moradores daqui ganharam, muita gente começou a apostar. As filas tomavam conta da praça. Ninguém pagava conta. Só jogava”, disse Luana Santos, de 21 anos, que trabalha em uma loja de roupas vizinha à lotérica.


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