Prefeitura prepara ações para o período de cheia

A meta é construir as passarelas ou pontes enquanto o rio está baixo, evitando que as pessoas tenham contato com a água e, consequentemente, estejam sujeitas à contaminação.
01/04/2015 07h15 - Atualizado em 10/04/2015 00h02
Foto: Divulgação

A Prefeitura de Manaus já tem mapeadas as ações e locais de atuação no período de cheia do rio Negro. O Serviço Geológico do Brasil (CPRM), deu o primeiro alerta de cheia, estimando que o nível máximo do rio Negro ficará entre 28,89m a 29,59m. O primeiro alerta dá início aos trabalhos que serão realizados pela Defesa Civil de Manaus.

Atualmente, a cota do rio Negro está em 26,77m, que é considerada baixa. Mas o trabalho já começa na próxima segunda-feira, 06, com a construção de uma passarela no beco Pescador, Mauazinho, zona Leste. Também será dada continuidade as construções de pontes em bairros como Aparecida, Educandos, São Jorge, Raiz, Betânia, Presidente Vargas, Santo Antônio, Centro e Tarumã.

A meta é construir as passarelas ou pontes ainda enquanto o rio estiver baixo, evitando que as pessoas tenham contato com a água e, consequentemente, estejam sujeitas à contaminação.

Para minimizar os impactos da cheia do rio Negro em Manaus, o Gabinete de Gestão Integrada do Município (GGI) mobilizou órgãos municipais e estaduais na operação SOS Enchente, que envolve Defesa Civil Municipal, as secretarias municipais de Infraestrtura (Seminf), Limpeza Pública (Semuslp), Produção e Abastecimento (Sempab), Saúde (Semsa), Assistência Social e Direitos Humanos (Semasdh), Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas), Prourbis, Prosamim, Seinfra, e Manaus Ambiental.

PRIMEIRO ALERTA

O rio Negro deve atingir a cota máxima na cheia esse ano entre 28,89m a 29,59m, segundo informações divulgadas nesta manhã de terça-feira, 31, pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM).

Para chegar essa estimativa, o órgão contou com o Sistema de Alerta de Eventos Críticos (Sace), que possibilita o acompanhamento automático dos níveis dos rios. A informação é captada por satélite e comparada aos números dos anos anteriores.

“Se observarmos o rio Negro, o nível é considerado baixo comparado aos últimos anos. Mas, o que nos preocupa é a cheia do Solimões que influencia aqui na capital. A vazão do Solimões está tão grande como em 2012″, afirmou.


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