18/06/2015 16h54 - Atualizado em 18/06/2015 16h59

Manaus colhe propostas para o fortalecimento da segurança alimentar e nutricional

Foto: Divulgação
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Nesta quinta, 18, e sexta-feira, 19, está ocorrendo a 5ª Conferência Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional (CMSAN). O evento reúne autoridades e diversos representantes da sociedade civil organizada no Parque Municipal do Idoso, no bairro Nossa Senhora das Graças, zona Centro-Sul.

Promovida pelo Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional (Comsean), com apoio da Prefeitura de Manaus, a conferência visa colher novas propostas que serão discutidas em cenário nacional. O principal objetivo é subsidiar a construção do Plano Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional, assegurando o direito humano à alimentação adequada e saudável.

“Não se discute problemas dessa magnitude sem planejamento e sem a ampla participação da sociedade. Da parte do Município, essa iniciativa receberá total apoio, mas vale reforçar que essa é uma luta de todos, sobretudo do setor produtivo, para juntos construirmos uma cidade com menos pessoas passando fome”, destacou o prefeito de Manaus em exercício, vereador Wilker Barreto.

Depois de quatro anos parado, o Comsean foi reativado com a reformulação da Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Direitos Humanos (Semmasdh). Segundo a presidente do órgão, Marília Ribeiro, a meta é que as atividades de combate à fome e à desnutrição sejam fortalecidas.“Segurança alimentar é tudo dentro do Município, porque busca a alimentação saudável, englobando o trabalho social com a saúde e a educação. É um contexto geral e de fundamental importância na vida das pessoas”, comentou Marília Ribeiro.

Manaus conta hoje com seis cozinhas comunitárias que oferecem cerca de 1.200 alimentações gratuitas diariamente, além de três restaurantes populares com pratos balanceados ao preço de R$1. “A alimentação é imprescindível para o desenvolvimento adequado do ser humano em idade de desenvolvimento físico, por isso a prefeitura está buscando implementar novas ferramentas na defesa dos direitos à alimentação, inclusive enquadrando as cozinhas comunitárias na estrutura da secretaria”, concluiu a subsecretária da Semmasdh, Thais Braga.

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