08/06/2015 18h01 - Atualizado em 8/06/2015 18h02

Marcelo Serafim critica a burocracia de órgãos da prefeitura

Ele afirma que na atual crise financeira é importante aproveitar as oportunidades da iniciativa privada.
Foto: Divulgação
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Para o vereador Marcelo Serafim (PSB), neste momento de crise econômica é importante desburocratizar os órgãos públicos da cidade ou Manaus não estará preparada para aproveitar as oportunidades da iniciativa privada que gera emprego e renda para a população, através dos seus negócios. Nesta segunda-feira (8), o parlamentar ocupou a Tribuna da Câmara Municipal de Manaus (CMM) para criticar a burocracia de alguns órgãos da prefeitura para com as pessoas que buscam o desenvolvimento da cidade através dos seus empreendimentos.

Marcelo Serafim criticou a demora do Instituto Municipal de Ordem Social e Planejamento Urbano (Implurb) em relação ao habite-se simplificado. “Fizemos há mais de um ano a Legislação que trata do habite-se simplificado, após um ano o Implurb não preparou a regulamentação desta Lei. Vejo agilidade por parte do órgão em alguns setores e pouca em outros, já vi o Implurb conceder habite-se para apartamento que não está pronto, agora vai uma pessoa tentar conseguir um habite-se, um alvará dentro do Implurb que ele terá uma grande dor de cabeça. Ninguém se entende no implurb que quer debater CEP, ora CEP é da alçada dos correios, mais o CEP da Semef é um, os do implurb outro, que alias não tem definido o nome das ruas e nem delimitado os bairros de Manaus”, alfinetou.

De acordo com o parlamentar, o Implurb tem que fazer um grande debate na cidade para que se tenha avanços. “Não adianta o habite-se ser simplificado se mais na frente à pessoa quiser abrir um negócio e não conseguir o alvará que precisava ser único dentro da prefeitura, saiu o alvará da Semef tem que estar tudo integrado, mas saí o alvará da Semef, vai para a secretaria do meio ambiente e a pessoa fica sem trabalhar”, disparou.

Em tom indignado, Marcelo Serafim da Tribuna disse que certo dia um empresário do setor de eventos o procurou desesperado, porque o Ministerio Público Ambiental, entrou com uma ação contra o empresário que tinha o alvará da Semef, mas não o licenciamento ambiental, apesar de ter dado entrada na Semmas com o pedido que estava há meses emperrado no órgão ambiental. “O representante do Ministério Público disse o trabalho da pessoa seria paralisado, enquanto, a situação não fosse resolvida. Quer dizer o empreendedor fez seu investimento, mobilizou o capital de para não poder trabalhar?”, questionou o parlamentar.

Fonte: Da Redação

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