18/07/2015 08h13 - Atualizado em 18/07/2015 08h13

Cirandas e danças internacionais agitam o domingo do 59º Festival Folclórico

As apresentações começam às 20h.
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A Amazônia tem sido um dos principais temas do 59º Festival Folclórico do Amazonas. Prova disso serão as apresentações das cirandas e danças internacionais deste domingo, 19, a partir das 20h, no Centro Cultural dos Povos da Amazônia (CCPA), zona Sul. As apresentações fazem parte da categoria Prata, coordenada pela Fundação Municipal de Cultura Turismo e Eventos (Manauscult). O festival é realizado pela Prefeitura de Manaus em parceria o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Cultura (SEC), que coordenou a categoria Ouro, na primeira fase do evento.

A “Ciranda Princesinha da Vila” abre a terceira noite de apresentações da categoria Prata, às 20h, com a “Lenda das Icamiabas”, que vai contar a expedição de Francisco Orellana em “Inhamundá”. O enredo terá destaque na luta das Icamiabas com os homens. Além disso, no cordão de brincantes, a ciranda inovará com índias europeias.

Em seguida, às 20h45, a dança internacional será representada pelo “Grupo Amazonense Arte Livre”. Desta vez, o grupo fará uma adaptação dos filmes “Êxodo: Deuses e Reis” e “Os dez mandamentos”, além da Bíblia Sagrada e de novelas. Toda a apresentação será em forma de espetáculo, com teatro cênico, danças africanas, egípcias e árabes. A apresentação do grupo será até às 21h25.

A noite continua com a ciranda “Encanto Cirandeiro”, a se apresentar às 21h30 até às 22h10. Logo após, quem toma conta da arena é mais uma vez a dança internacional, mas dessa vez comandada por “Odálik” com a “Dança dos mistérios e sensualidade” que, de forma teatral, vai trazer a história dos contos árabes, das 22h15 até às 22h55.

Para finalizar a apresentação com chave de “prata”, quem entra em cena às 23h é a ciranda “Imperatriz do Norte”, com o enredo “A Preservação da Amazônia”. Com referências à fauna, flora e aos animais em extinção, a comissão de frente da ciranda é composta por oito pessoas vestidas de onça pintada. Nas alegorias, a dança traz uma Oca de seis metros, com três vitórias-régias e rodeadas de cinco árvores. A novidade deste ano é a representação do ritual da Tucandeira dos índios da tribo Sateré-Mawé, com oito a dez homens em cena, com destaque para a índia branca em cima de uma alegoria de formiga.

As apresentações da mostra competitiva da categoria Prata encerram no dia 24. Em seguida, haverá a mostra não-competitiva do festival, nos dias 25 e 26, em que grupos fora da disputa também poderão apresentar seus trabalhos e obter a possibilidade de se apresentarem na competição em 2016. A apuração e o resultado da mostra competitiva da categoria Prata deve ocorrer no fim do mês, após o encerramento do festival. Os primeiros colocados em cada modalidade de dança passarão a integrar no próximo ano a categoria Ouro, que tem a coordenação da SEC.

A programação completa do festival, que acontece todas as noites até 26 de julho, pode ser acessada no site da Manauscult (www.manauscult.manaus.am.gov.br).

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