24/08/2015 13h06 - Atualizado em 24/08/2015 13h06

Artesãos comemoram o primeiro fim de semana de vendas na Ponta Negra

Os artesãos estão provisoriamente no local.
Foto: Karla Vieira/Semcom
Foto: Karla Vieira/Semcom

O Complexo Turístico Ponta Negra, zona Oeste, ganhou um atrativo a mais no último fim de semana: artesanato regional para os diversos públicos. Vinte e cinco barracas que ficavam na Praça Tenreiro Aranha, no Centro, e foram removidas para o início das obras de revitalização do logradouro público agora estão instaladas no calçadão da praia, nas proximidades da pista de skate. Adereços e cestarias indígenas, objetos de decoração, balas com recheio de frutas estão entre as opções comercializadas.

A professora Norma Suelly Cruz foi passear no último domingo, 23, na Ponta Negra e se surpreendeu com a oferta de produtos. Comprou dois colares feitos com sementes de açaí e uma tornozeleira de fibra de tucun. “Eu adoro esse tipo de adereço e esses daqui são belíssimos. Achei maravilhoso terem ocupado esse espaço – que antes era vazio – com artesanato. Deu um visual legal e valorizou a nossa Ponta Negra”, comentou.

Os artesãos também estão satisfeitos com a mudança. Jomara Araci, da etnia Dessana, conta que vendeu mais do que esperava no primeiro dia de funcionamento. “Estou aqui com muito gosto. O espaço é agradável e uma área turística. Todos nós estamos muito esperançosos de que teremos até mais clientes do que no Centro”, explica.

Wander Lima Verde, que trabalhava na Tenreiro Aranha há 18 anos, completa. “Nem todo mundo ia ao Centro. Aqui o público é diferente, diversificado, gente de todas as classes sociais. Dá até celebridade”, diverte-se.

Por enquanto, as 25 barracas estão provisoriamente no espaço. Dentro de seis meses, a prefeitura vai entregar aos artesãos uma galeria ampla e confortável, ao lado do Hotel Tropical. Até lá, a população é convidada a prestigiar o trabalho deles na área próxima à pista de skate.

“A Ponta Negra é maravilhosa, mas ainda não tinha essa oferta de artesanato. Além de agregar valor ao espaço, a vinda dos artesãos pra cá resolve o problema da desocupação de uma área importante do nosso Centro Histórico, que vai ficar ainda mais bonita. É mais uma etapa de requalificação do Centro sendo vencida”, conclui o subsecretário municipal do Centro Histórico, Glauco Francesco.

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