19/08/2015 10h50 - Atualizado em 19/08/2015 10h50

Dados de usuários de site de traição são divulgados na internet

Foto: Divulgação
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Lembra que há algumas semanas um grupo de hackers invadiu os servidores do site Ashley Madison, um site para quem procura relacionamentos extraconjugais? Bom, agora aparentemente as mesmas pessoas começaram a divulgar os dados roubados, conforme havia sido prometido. Mais especificamente, 10 GB de informações sobre os usuários do serviço.

“A Avid Life Media [empresa responsável pelos serviços] não tirou do ar os sites Ashley Madison e Established Men. Nós explicamos as fraudes, enganação e estupidez da ALM e de seus membros. Agora todos podem ver seus dados”, diz a mensagem que acompanha os documentos.

Como não poderia ser diferente, já começou uma caça às bruxas aos usuários do serviço, com o pessoal do site 4chan tentando encontrar algum nome relevante e cruzando informações. Aparentemente, eles já encontraram alguns e-mails que supostamente pertencem a membros do governo britânico. Dado o apreço da mídia local por este tipo de escândalo, não seria surpresa se informações do tipo estampassem os tabloides nos próximos dias.

O arquivo está sendo distribuído por meio do BitTorrent e inclui endereços de e-mail, perfis, transações via cartão de crédito (sem revelar, no entanto, os números e endereços de fatura) e informações pessoais, como endereços, peso, altura, segundo o Ars Technica. Não há como confirmar, porém, que eles foram realmente extraídos do site Ashley Madison.

A empresa não confirma nem desmente que os arquivos recém-publicados tenham sido realmente roubados de seus servidores. “Nós percebemos que o indivíduo ou indivíduos responsáveis pelo ataque dizem estar divulgando mais dos dados roubados. Estamos monitorando ativamente e investigando a situação para validar as informações publicadas online e continuaremos a devotar recursos significativos neste esforço. Além disso, trabalharemos para remover qualquer informação ilegalmente divulgada ao público, assim como continuaremos a operar nosso negócio”, diz o comunicado ao Ars Technica.

Fonte: Olhar Digital

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