07/08/2015 15h21 - Atualizado em 7/08/2015 15h23

Vice-presidente do COI e diretor de Operações do Rio 2016 visitam a Arena da Amazônia

A Arena da Amazônia será palco de seis partidas do Torneio de Futebol dos Jogos Olímpicos Rio 2016.
Foto: Roberto Carlos/Secom
Foto: Roberto Carlos/Secom

A vice-presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Nawal El Moutawakel, e o diretor geral de Operações do Comitê Organizador do Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, general Marco Aurélio Vieira, visitaram, na manhã desta sexta-feira, 7 de agosto, a Arena da Amazônia, que será palco de seis partidas do Torneio de Futebol dos Jogos Olímpicos Rio 2016 – quatro do masculino e duas do torneio feminino.

Eles estão em Manaus desde quinta-feira, 6, ocasião em que participaram do evento de Lançamento do Ano Olímpico na cidade. No evento, organizado pelo Governo do Estado e a Prefeitura de Manaus, também foi assinado o Host City Contract (Contrato de Cidade-Sede) junto ao Comitê Rio 2016.

Recepcionados pelo diretor-presidente da Fundação Vila Olímpica (FVO), Aly Almeida, e os coordenadores Estadual e Municipal do Comitê Manaus 2016, respectivamente, Mário Aufiero e Bernardo Monteiro de Paula, os dirigentes percorreram um trecho das arquibancadas da Arena e também foram até o gramado.

Nawal não falou com a imprensa mas, segundo o general Marco Aurélio Vieira, a impressão dela sobre Manaus foi a melhor possível. “Nawal disse que gostou muito. A cerimônia ontem no teatro foi muito bonita e emocionante pra ela, de modo que ela sai daqui totalmente contente e certa – vai transmitir isso pros pares dela lá – de que a festa aqui em Manaus será muito bonita”, comentou o general.

Marco Aurélio Vieira destacou a perfeita coordenação entre os governos e prefeitura na preparação para os jogos. “É exemplar aqui a coordenação entre os governos estadual e municipal. Nós praticamente tratamos com um ente apenas. Isso é muito difícil de acontecer e tem acontecido aqui em Manaus de maneira que tem facilitado o nosso trabalho. Eu acho que essa capacidade que os governos têm de trabalhar juntos é uma maneira democrática, política e de alto resultado”, disse.

Ele ressaltou ainda que as perspectivas de utilização das instalações já existentes é muito grande, o que reduzirá o investimento em estruturas temporárias. “A gente vai ter pequenas despesas e, com isso, o jogo se torna atrativo. É por isso que eu credito que Manaus se torne um modelo para as outras cidades”, concluiu.

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