01/09/2015 17h55 - Atualizado em 2/09/2015 08h37

Assembleia aprova nome de Mário Mello para vaga de conselheiro do TCE

Nome de Mello foi aprovado por 22 votos favoráveis, e um contrário.
Foto: ALE-AM
Foto: ALE-AM

A Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) aprovou nesta terça-feira (1º), por 22 votos a um, o nome do representante do Governo do Amazonas em Brasília, Mário Manoel Coelho de Mello, para ocupar a vaga deixada pelo conselheiro aposentado Raimundo Michiles no Tribunal de Contas do Estado (TCE-AM). O nome dele já vinha sendo cotado entre os deputados, e teve a aprovação da maioria.

O nome de Mário Mello foi um dos três nomes analisados na Comissão Especial na manhã desta terça-feira, na Sala da Presidência, e por ter apoio unânime dos membros da Comissão foi levado para votação em plenário, onde foi aprovado. Mário Mello é representante do Governo do Amazonas em Brasília, desde 1991, quando foi convidado pelo então governador Gilberto Mestrinho. Nos últimos 24 anos atuou também com os ex-governadores Amazonino Mendes (PDT), Eduardo Braga (PMDB) e Omar Aziz (PSD).

Foto: ALE-AM

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O presidente da Assembleia, deputado Josué Neto, não participou da votação por estar como governador do Estado, em exercício. O governador José Melo (PROS) e o vice-governador, Henrique Oliveira (SDD), viajaram a Brasília. O deputado José Ricardo (PT) foi o único que votou contra a indicação de Mário Mello por acreditar que seria necessário mais tempo para analisar outros candidatos.

Segundo o presidente da Comissão Especial, deputado Belarmino Lins (PMDB) o nome de Mário Mello foi indicado por 19 dos 24 deputados em requerimento, e por isso a Comissão entendeu que não seria necessário mais tempo para analisar outros nomes. Para efetivar a indicação, a Comissão convocou Mário Mello que foi sabatinado pelos deputados sobre seus conhecimentos técnicos. Após a sabatina, Mário Mello teve a aprovação unânime dos membros da Comissão. Também tiveram os nomes indicados e analisados na comissão, a procuradora Lena Márcia Albuquerque e o subdiretor-geral da Assembleia, Paulo Roberto Pinheiro de Oliveira.

Ainda segundo Berlamino os indicados para assumir o cargo de conselheiro do TCE precisavam ser brasileiros, ter nível superior, probidade, experiência de no mínimo 10 anos no funcionalismo público e capacidade técnica, e Mário Mello atendia a todos os quesitos.

Durante a votação em plenário, os deputados Sinésio Campos (PT), Sabá Reis (PR), Luiz Castro (PPS), David Almeida (PSD) justificaram seus votos favoráveis destacando a atuação de Mário Mello em Brasília na defesa dos interesses do Amazonas, inclusive diante de Ações Diretas de Inconstitucionalidade (Adin) contra a Zona Franca de Manaus (ZFM).

Após a votação Mário Mello disse que tinha consciência da responsabilidade que assumiria. “Apesar da minha capacidade técnica, eu sei que é um tribunal, e que a responsabilidade é grande. Mas garra e vontade de trabalhar eu tenho muito”, afirmou. Minutos após a sessão, Mello deixou a Aleam para se reunir com o presidente do TCE, conselheiro Josué Filho, para acertar os detalhes da sua posse.

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