08/10/2015 15h26 - Atualizado em 8/10/2015 15h30

Comissão da CMM realizará reunião para tratar da poluição na comunidade Parque Rio Solimões

A reunião será no próximo dia 23, na Câmara.
Foto: Tiago Correa/CMM
Foto: Tiago Correa/CMM

Os problemas ambientais e estruturais provocados pelo condomínio Jardim Paradiso — formado pelos condomínios Girassol, Alamanda, Alpínia e Antúrio — à comunidade da rua Projetada, no Parque Rio Solimões, zona Oeste de Manaus, deverão voltar a ser discutidos em uma reunião ampliada com a presença de órgãos municipais ambientais e de fiscalização, além dos condôminos, construtoras responsáveis e moradores, que estão se sentindo prejudicados com a poluição do igarapé da área

A decisão saiu da primeira reunião realizada sobre o tema, na manhã desta quinta-feira (8), de iniciativa do vereador Álvaro Campelo (PP), e presidida pelo titular da Comissão de Vigilância Permanente da Amazônia e Meio Ambiente da Câmara Municipal de Manaus (Comvipama/CMM), vereador Everaldo Farias (PV). Além da reunião, a comissão quer realizar uma visita técnica in loco para verificar a situação do local.

Nova data de reunião, tirada em comum acordo com os presentes, ficou agendada para o próximo dia 23 de outubro, às 9h, na Câmara Municipal. “A proposta de mudar a data é para não prejudicar as discussões. Temos um passivo ambiental de anos”, explicou Everaldo Farias, ressaltando a importância também de órgãos como o Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb), condôminos, Manaus Ambiental e construtoras, participarem do encontro. Até porque, segundo ele, para a construção de condomínios na cidade é exigido a apresentação de estudo de impacto ambiental.

Além de moradores da rua Projetada, estiveram presentes na reunião, a representante da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semmas), Marítza Lima, e a síndica do condomínio Jardim Paradiso Alamanda, Elen Alves.

De acordo com o autor da iniciativa, vereador Álvaro Campelo, vários problemas foram denunciados por moradores que o procuraram. “Além dos problemas de saúde e do mau-cheiro na área, existe o componente químico dos resíduos das empresas ali instaladas, e a questão infraestrutural. Queremos resolver o problema para que os moradores não sejam prejudicados”, explicou o vereador, ao assegurar que a rua foi asfaltada e agora está sendo sofrendo processo de erosão. “Cerca de um metro e meio já foi embora. Quando o período chuvoso chegar, o medo é acabar com a rua”, garantiu.

Evelyn Neves de Pontes, da comunidade Rio Solimões (rua Projetada) assegurou que o igarapé da área, que era limpo, hoje está assoreado e contaminado por resíduos despejados em seu leito.

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