07/10/2015 13h58 - Atualizado em 7/10/2015 13h58

Prefeitura retoma obras nas calçadas da Avenida Djalma Batista

A avenida foi a primeira a receber o projeto de requalificação.
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

As obras de ampliação das calçadas da Avenida Djalma Batista foram retomadas pela Prefeitura de Manaus nesta quarta-feira, 7. Os trabalhos, executados pela Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), se concentram na demolição dos muros que impediam o alargamento do passeio público.

Os serviços começaram com a retirada do muro localizado entre o banco Itaú e o Instituto Superior de Administração e Economia (Isae), sentindo Centro/Chapada, logo após a Rua Rio Branco. Agentes do Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito (Manaustrans) atuam no local orientando os motoristas. Os trabalhos continuam amanhã, 8, com a demolição de outro muro no mesmo sentido.

Segundo dados do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb), das 115 readequações de calçadas detectadas nos 3,5 km da Avenida Djalma Batista, somente 13 pontos ficaram pendentes para a ampliação. Dos 13, sete áreas já foram autorizadas pelos proprietários neste primeiro momento e já sofrem as primeiras intervenções.

Os muros e estabelecimentos comerciais que estão obstruindo as calçadas serão demolidos ou recuados, como explica o subsecretário de Obras Públicas da Seminf, Antônio Nelson.

Segundo Antônio Nelson, os trechos onde não foram executados os trabalhos são aqueles que estavam em tratativas com os proprietários ou cujos donos não foram localizados. “Alguns por problemas na documentação do proprietário, o que impedia a desapropriação. Para dar prosseguimento aos serviços, a prefeitura aguardou toda a tramitação dos processos e notificações”, diz.

A Avenida Djalma Batista foi a primeira a receber o projeto de requalificação do passeio público, ganhando calçadas padronizadas com três metros de largura.

Segundo o diretor de Planejamento Urbano do Implurb, Laurent Troost, o projeto de requalificação do passeio público conta ainda com paisagismo e sinalização. “É um projeto de acessibilidade que nasceu não só de uma vontade do prefeito Arthur Virgílio Neto, mas também em reação a uma pesquisa realizada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que apontava Manaus como uma das piores capitais brasileiras em acessibilidade, por conter diferenças de níveis, muitos postes e obstáculos no percurso”, ressalta.

Os trechos que já receberam intervenção, mas que apresentam necessidade de ajuste também serão trabalhados pela empresa contratada que possui cinco anos para realizar a manutenção. Também serão feitos reparos, rebaixamento de guias e algumas reconstruções de trechos que sofreram intercorrências, ajustando as obras da primeira fase.

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