04/11/2015 15h47 - Atualizado em 4/11/2015 16h15

Abdala nega xingamentos, e convida Alessandra a se filiar ao PTN

Mesmo após esclarecimentos, Alessandra mantém pedido de apuração na Comissão de Ética da ALE
Manaus, AM - 04/11/2015 - Abdala Fraxe (PTN) durante o grande expediente no plenario Ruy Araújo na manhã desta quarta-feira (04). (Foto Alberto César Araújo/Aleam)
Manaus, AM - 04/11/2015 - Abdala Fraxe (PTN) durante o grande expediente no plenario Ruy Araújo na manhã desta quarta-feira (04). (Foto Alberto César Araújo/Aleam)

Da tribuna da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALE-AM), o deputado Abdala Fraxe (PTN) negou, nesta quarta-feira (4), ter feito xingamentos à deputada estadual Alessandra Campelo (PCdoB). Segundo ele, o palavrão que vazou no áudio da sessão desta terça-feira (3) foi preferido para uma atendente de cartão de crédito, após ter caído a ligação em que ele estava há mais de 20 minutos. No seu discurso, o deputado ainda convidou a deputada Alessandra Campelo (PCdoB) para se candidatar a deputada federal pelo PTN.

(Assista o vídeo no final do texto)

“No momento da sessão eu estava em uma ligação telefônica de mais de 20 minutos com a minha operadora de cartão de crédito. Meus cartões foram clonados. E eles estavam ligando para mim porque estavam fazendo compras em São Paulo, no Rio de Janeiro, comprando passagens, e o meu cartão foi cancelado. Eu já estava no telefone há mais de 20 minutos naquela lega lenga, me passando para setor tal, setor não sei da onde, não sei de quem, até que a ligação caiu, ato contínuo, já aborrecido e estressado com aquela espera, infelizmente proferi aquele comentário que não deveria ter proferido. Mas em função daquela situação que estava acontecendo comigo”, disse Abdala.

O deputado disse que não costuma destratar as pessoas com palavras de baixo calão, mas estava estressado. “Quem me conhece sabe exatamente como é o Abdala, como é o nosso procedimento”, afirmou.

No final do seu discurso, Abdala se dirigiu diretamente a deputada que estava em plenário e a convidou a se candidatar pelo PTN. “Quero deixar bem claro que não me dirigi a senhora e tenho um profundo respeito pela sua pessoa e por sua atuação. Acredito até que se for um sonho, ou até uma ambição da senhora, participar de um projeto revolucionário que vai eleger em 2018 um deputado federal com 35 mil votos, o PTN está de portas abertas para a sua atuação”, disse.

Alessandra Campelo, que ocupou a tribuna em seguida, disse que manterá seu pedido de apuração da Comissão de Ética. “Quero ver se depois desse vídeo que eu mostrei, cinco deputados vão assinar esse parecer dizendo que o deputado não fez o que fez”, disse.

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