11/11/2015 15h42 - Atualizado em 11/11/2015 15h42

PL quer tornar de utilidade pública a Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais

O projeto é do vereador Walfran Torres (PTC).
Foto: Tiago Corrêa
Foto: Tiago Corrêa

Deliberado na última semana na Câmara Municipal de Manaus (CMM), o Projeto de Lei (PL) nº 334/2015, de autoria do vereador Walfran Torres (PTC), torna de utilidade pública a Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais Noroeste Brasileira – ADRA. A proposta foi encaminhada para Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR).

De acordo com o autor da PL, a ADRA vem desenvolvendo projetos no Amazonas, desde 1931, com a primeira lancha Luzeiro inaugurada pelo casal Léo e Jessie Halliwell, projeto este que tinha como propósito levar educação sobre saúde, assistência médica e odontológica gratuita às populações ribeirinhas carentes do estado e que hoje beneficia aproximadamente 1500 pessoas com a Lancha Luzeiro XXVI. ”A ADRA contribui diretamente em beneficio dos mais necessitados, auxiliando a Prefeitura e o Governo do nosso Estado, a levar serviços médicos e odontológicos de maneira voluntária às comunidades da zona rural e aos ribeirinhos do nosso estado”, afirmou o parlamentar.

ADRA

A Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais Noroeste Brasileira – ADRA Brasil possui presença em 125 países e executa projetos de desenvolvimento comunitário e de assistência humanitária.

No dia 16 de agosto, a capital do Amazonas foi contemplada com uma sede da agência. A ação faz parte do projeto “Esperança Manaus”. A estrutura será utilizada para servir a comunidade por meio dos projetos comunitários e para o atendimento médico. Além desses, há outros projetos que beneficiarão os que precisam de ajuda nas áreas a serem trabalhadas pela agência. A ADRA no Amazonas é pioneira no país, pois, devido à estrutura da sede, inúmeros projetos serão realizados em prol da população.

São muitos, dentre os citados acima, os objetivos da instituição, dentre eles, podemos citar: a segurança alimentar e nutricional; a defesa e preservação e conservação do meio ambiente e promoção do desenvolvimento sustentável; a promoção do desenvolvimento econômico e social e combate à pobreza; a experimentação de novos modelos sócio-produtivos e de sistemas alternativos de produção, comércio, emprego e crédito; a promoção de direitos estabelecidos, construção de novos direitos e assessoria jurídica gratuita de interesse suplementar; a promoção da ética, da paz, da cidadania, dos direitos humanos, da democracia e de outros valores universais, assim como outros tão importantes para a promoção do bem-estar ser humano.

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