10/11/2015 14h53 - Atualizado em 10/11/2015 14h53

Projeto disponibiliza mapa tátil do Amazonas para estudantes da rede pública

Objetivo é contribuir com o desenvolvimento de alunos portadores de deficiência visual.
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Criado com o intuito de favorecer o desenvolvimento educacional de estudantes com deficiência visual ou baixa visão, um projeto desenvolvido por profissionais da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) pretende disponibilizar um mapa tátil do Amazonas para a utilização em escolas de educação básica.

O projeto, intitulado “Pé-Yara: o mapa tátil do Amazonas” foi testado e avaliado positivamente, nesta semana, por estudantes da escola estadual Jacimar da Silva Gama, localizada no bairro Petrópolis, zona sul de Manaus.

Contando também com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), o projeto é coordenado pela professora doutora da Faculdade de Educação da Ufam, Cláudia Guerra.

O recurso educacional trata-se de um jogo lúdico que apresenta o mapa do Amazonas, disponibilizando informações sobre cultura, economia, geografia e história de cada um dos 62 municípios do Estado.

O material foi desenvolvido e adaptado para crianças com diagnóstico de cegueira ou baixa visão, podendo também ser utilizado por estudantes sem tais características.

O mapa é confeccionado em madeira, com 62 peças de encaixe representando cada um dos 62 municípios amazonenses. Conta também com um material em braile, aplicativos de voz para orientar os alunos e pode, também, ser conectado a tablets ou celulares. O termo “Pé-Yara”, que dá nome ao projeto, significa “caminho” em tupi-guarani.

De acordo com a gestora da escola estadual Jacimar da Silva Gama, Eleonora Pinheiro, o mapa tátil despertou o interesse das crianças em aprender mais sobre o Estado do Amazonas. “Com um instrumento de inclusão, por meio dele, os alunos podem conhecer de forma atraente e interativa, vários aspectos relacionados ao nosso Estado, podendo também trabalhar diversas disciplinas ao mesmo tempo. Eles têm a oportunidade de explorar diversos temas como a história, a geografia e a nossa cultura”, afirmou.

O projeto também conta com a participação de estudantes bolsistas da Ufam, ligados ao Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBITI).

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