11/01/2016 13h46 - Atualizado em 11/01/2016 13h46

Após manifestações de profissionais da saúde, Melo diz que “honra os compromissos”

Médicos e pacientes fizeram várias reclamações na última semana.
Foto: Divulgação
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O governador do Amazonas, José Melo, defendeu nesta segunda-feira, 11 de janeiro, os investimentos feitos na rede estadual de saúde e afirmou que o Governo honrou com todos os compromissos firmados com as cooperativas médicas. Ao antecipar novidades previstas para melhoria na rede de Saúde, o governador anunciou revisão geral nos contratos das cooperativas, este ano, e declarou que as entidades precisam ter capacidade financeira para pagar seus funcionários.

Segundo o governador, em outubro do ano passado, o Estado manteve reuniões com todas as 23 cooperativas de saúde que prestam serviços à rede pública para regularizar a situação financeira. “Sentamos com todas as cooperativas e acertamos uma forma financeira de concluir o fim do ano. Honramos o que tínhamos acertado. Estamos revendo todos os contratos das cooperativas para poder reparar falhas e não termos mais desconfortos”, destacou.

José Melo afirmou que as empresas devem também honrar seus compromissos com pessoal contratado por elas. “O atraso em um mês (no repasse) não é motivo suficiente para que a empresa deixe de prestar serviço. O Amazonas foi um dos três Estados brasileiros que não atrasou salário de servidores. Ano passado pagou a folha e o 13º em dia. Agora tem empresas terceirizadas que contratam o seu pessoal e querem colocar na carga do Estado. Uma empresa que não tem condições de pagar os servidores com um mês de atraso (no repasse) deveria sair do mercado e dar lugar para outras que se planejam para contingências e têm condições de honrar seus compromissos”, disse.

No orçamento do ano passado, só com a saúde pública, o governo José Melo aplicou R$ 2,7 bilhões, valor que corresponde a 23% da execução orçamentária e que coloca o Amazonas entre os Estados brasileiros que investem no setor mais do que prevê o teto constitucional. “Apesar de toda a crise por que passa o Brasil, ano passado nós gastamos 23% da receita própria em saúde pública e eu autorizei R$ 540 milhões em suplementação orçamentária para a Saúde. Conseguimos romper o ano passado sem fechar nenhum hospital, transferir nenhum hospital para outra esfera do governo como é o caso do Rio de Janeiro. Problemas têm, como em todo o canto, mas temos política para corrigir e estamos enfrentando com vontade de fazer”, defendeu o governador.

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