15/01/2016 14h59 - Atualizado em 15/01/2016 14h59

Campelo confirma viagem de representantes de órgãos de defesa do consumidor a Brasília dia 21

O objetivo da reunião é manter em suspensão o reajuste de energia.
Foto: Divulgação
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Representantes dos órgãos de defesa do consumidor amazonense estarão em Brasília, no próximo dia 21, para um encontro com o desembargador Neviton de Oliveira Batista Guedes, do Tribunal Regional Federal – TRF, 1ª Região. A reunião, agendada para as 16hs, tem como pauta sensibilizar o desembargador sobre a necessidade de manutenção da liminar que mantém em suspensão o reajuste de energia elétrica no Amazonas, até o julgamento do mérito da questão.

A confirmação da viagem foi feita pelo presidente da Comissão de Defesa do Consumidor – Comdec, da Câmara Municipal de Manaus, vereador Álvaro Campelo (PP), em entrevista ao vivo no programa “Em Cima da Notícia”, da Rádio Amazonas FM, na manhã de hoje.

Vamos entrar com um Agravo de Instrumento, apresentando as contrarrazões ao recurso da Aneel, para fazer com que o desembargador se convença dessa liminar. Não bastam apenas os argumentos. O grupo de defesa dos direitos do comsumidor amazonense entende que temos de ter uma conversa direta com o desembargador Neviton Guedes, em Brasília, e tentar sensibiliza-lo da necessidade da manutenção dessa liminar, explicou Álvaro Campelo.

“Antes da reunião no TRF, dia 21, teremos uma coletiva de imprensa aqui em Manaus para falar sobre o documento que estaremos apresentando à Justiça. Estarão presentes representantes de todos os órgãos de defesa do consumidor em Manaus, como a Comdec, que presidimos na Câmara Municipal de Manaus, Defensorias Públicas do Estado e União, Ministérios Públicos do Estado e Federal, Comissão de Defesa do Consumidor da OAB e Assembléia Legislativa, Procons do Estado e do Município, e esperamos que isso surta um efeito prático em Brasília”, comentou o vereador.

Sabemos que um aumento nas contas não é do agrado de ninguém. Entretando, em decorrência de questões contratuais, fatalmente isto irá acontecer no que se refere à energia elétrica. O que não queremos, e não vamos aceitar nunca, é que este reajuste seja abusivo, insiste Álvaro Campelo, lembrando que foi este o motivo que levou ao embate com a Agência Nacional de Energia Elétrica, no ano passado, já que havia a possibilidade do aumento nas contas dos consumidores de aproximadamente 40% para as residências, e 42% para as indústrias.

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