14/01/2016 09h09 - Atualizado em 14/01/2016 09h09

Fieam busca parceiros para impulsionar exportações no Amazonas

Devem ser firmadas parceiras com o Estado do Amazonas, Suframa, Sebrae e outros.
Foto: Fieam
Foto: Fieam

Com o objetivo de fortalecer as ações que buscam preparar empresas amazonenses para a inserção no mercado internacional, a Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), por meio do Centro Internacional de Negócios do Amazonas (CIN-AM), buscará parcerias com diversos órgãos do Estado para aprimoramento e êxito nas ações comerciais, missões empresariais e de prospecção de empresas.

Neste ano, o CIN-AM participará de doze ações internacionais como colaborador, com o importante papel de mobilizar empresas através de programa de sensibilização, além da apresentação das ações respondendo as principais perguntas como o que é a feira, para que serve, quanto custa, dentre outras informações primordiais.

Para o sucesso das ações internacionais com a participação de micro e pequenas empresas, o gerente do Centro Internacional, Marcelo Lima explicou que, a busca de parcerias em 2016 será intensificada.

“Uma das nossas metas de trabalho para este ano é buscar parcerias com o Governo do Estado, Sebrae, Suframa e outros órgãos como temos feito para que continuemos alcançando o objetivo maior da existência do CIN que é apoiar a base produtiva do Amazonas na área internacional com foco nas exportações, por meio da oferta de produtos e serviços às empresas especialmente as de pequeno e médio porte”, enfatizou.


Balanço 2015

Marcelo destacou o cumprimento das metas estabelecidas em 2015 pelo CIN-AM. Ele afirmou que, por meio de missões prospectivas, missões comerciais, wokshops e diversos treinamentos foi possível preparar as empresas amazonenses para a internacionalização, destacando o apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

“Mesmo com a crise houve crescimento de exportação principalmente de commodities, como soja, carne, e outros e o setor de alimentos e bebidas foi o que mais de destacou seguido do setor de metal e mecânica, que são os manufaturados. Apesar do ano ter sido conturbado conseguimos sobreviver, atingimos a nossa meta, o que estava em nosso calendário cumprimos e isso nos dá fôlego para avançar mais”, disse Marcelo.

Para o ano de 2016, o gerente do CIN-AM frisou a continuidade do incentivo a exportação das micro e pequenas empresas e o foco em mercados alvos como Peru, Chile, Colômbia e Argentina, além dos Estados Unidos.

“Esses países são nosso foco principal porque apresentam economia estável e têm mercado bastante promissor para os produtos da Amazônia e os Estados Unidos também porque é um país que tem interesse no mercado brasileiro, mas isso não nos impede de firmar parcerias com outros países”, finalizou Lima.

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