26/02/2016 13h13 - Atualizado em 26/02/2016 13h17

Alunos fazem passeata de mobilização contra o Aedes Aegypti na zona Sul

O objetivo é sensibilizar os moradores no combate ao mosquito transmissor do zika, dengue e chikungunya.
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Alunos de quatro Centros Municipais de Educação Infantil (Cmei) se juntaram aos alunos da Escola Municipal Vicente de Paula nesta sexta-feira, 26, para percorrer as principais ruas dos bairros Japiim e Petrópolis, ambos na zona Sul, para mobilizar e sensibilizar os moradores no combate ao mosquito Aedes aegypti.

Esta foi a segunda das três datas oficiais da Campanha Nacional Zika Zero. O segundo dia ‘D’ da Educação visa mobilizar toda a comunidade escolar para que se tornem multiplicadores das ações preventivas contra o mosquito causador da Dengue, Zika e Chikungunya. A atividade faz parte do Pacto da Educação Brasileira Contra o Zika, promovida pela pelo Ministério da Educação (MEC) em todas as escolas do país.

A concentração da passeata aconteceu na quadra da Escola Municipal Vicente de Paula, onde se reuniram alunos dos Cmeis Violeta Branca Menescal de Oliveira, Professora Odete de Araújo Puga Barbosa, Maestro Dirson Costa e Cmei Cecília Cabral. Com o acompanhamento de pais e professores, os alunos seguiram com panfletos e cartazes pelas ruas vizinhas, chamando a atenção dos moradores para os cuidados que devem ser tomados em suas residências.

“Esse é o momento de sensibilizar a comunidade e estamos trazendo as nossas escolas, fazendo um trabalho educativo, combatendo a Dengue, Zika e Chikungunya”, disse gestora Maria Santana, da escola Vicente de Paula. Ela lembrou, ainda, que a ação vai continuar durante todo o ano letivo.

Reunir os alunos dos Cmeis, que têm entre 4 e 5 anos de idade, é importante para que eles aprendam desde pequeno sobre o tema, como ressaltou ao gestora do Cmei Odete Puga, Amanda Macanoni. Segundo ela, palestras e atividades recreativas que abordam as ações preventivas são realizadas nas escolas.

“Combater o mosquito é muito importante. Então, estamos tentando sensibilizar a comunidade e, principalmente, as crianças da Educação Infantil, que não tem muito conhecimento a respeito do mosquito e da seriedade da presença deles em nossos lares”, disse.

Já a aluna Kaline do Carmo, 11, da escola Vicente de Paula, relatou o que é aprendido na escola tem que ser repassado em casa. “A gente tem que ver os focos em nossas casas, procurar eliminar para evitar criadouros para que os mosquitos não se procriem. O que aprendemos nas escolas, a gente passa para os pais e amigos para alertar”, informou.

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