21/03/2016 10h02 - Atualizado em 21/03/2016 10h02

Delações de Delcídio e de Azevedo, da Andrade Gutierrez, se complementam

Elas se coincidem: nas operações de arrecadação para a campanha da presidente em 2014.
Foto: VEJA
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As delações do senador Delcídio do Amaral e do empreiteiro Otavio Azevedo, da Andrade Gutierrez, deverão ser tratadas como provas complementares: o ex-líder do governo fornece as informações políticas sobre como funcionava o esquema de extorsão política para campanhas, e o executivo corrobora as afirmações com números, datas, recibos, valores e detalhes das operações.

O ponto em que as duas colaborações judiciais coincide é justamente aquele que coloca em xeque o mandato de Dilma Rousseff: as operações de arrecadação para a campanha da presidente em 2014, com detalhes.

Por isso, a comissão do impeachment já se prepara para requerer a juntada das duas delações ao processo e o aditamento do pedido de afastamento de Dilma para incluir os fatos referentes à campanha.

Fonte: Veja.com

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