08/03/2016 12h57 - Atualizado em 8/03/2016 12h57

Espetáculo teatral ‘A excêntrica família de clowns’ estreia em abril

Três atores interpretaram a família de palhaços e um dá vida a um boneco.
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

O cotidiano de uma família de palhaços, seus conflitos e dilemas são o enredo do mais novo espetáculo da Companhia de Teatro Língua de Trapo. “A excêntrica família de clowns”, peça prevista para estrear na primeira quinzena de abril, está em processo final de montagem e levará ao palco um olhar irreverente e cômico de uma família formada por pai, mãe, filho e um boneco morador de rua.

Sob direção de Hely Pinto, que também integra o elenco da peça, ‘A excêntrica família de clowns’ foi contemplada pelo edital de Conexões Culturais 2015 da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult). “Nossos editais têm temática livre, o que enriquece a qualidade das propostas apresentadas. É uma grata satisfação termos esse tipo de espetáculo em nosso calendário cultural, cuja programação deverá ser intensa nos próximos meses, a partir dos projetos contemplados”, afirmou o diretor-presidente da Manauscult, Bernardo Monteiro de Paula.

‘A excêntrica família de clowns’ é um espetáculo de palhaço que congrega três características: o grotesco, o bufão e o clown. “Traz um olhar absurdo e desestruturado da realidade de uma família, utilizando uma essência cômica. De forma irreverente, o espetáculo aborda a perda da essência humana, quando o indivíduo cai na monotonia do dia a dia e deixa de dar valor às coisas fundamentais”, explicou o diretor e ator.

Em cena, três atores interpretaram a família de palhaços e um dá vida a um boneco. “O boneco é um garoto que vive nas ruas tentando entregar um panfleto às pessoas, sem sucesso. Até que um dia, o pai da família aceita o panfleto e percebe o quanto está perdendo a essência de viver”, destacou Hely Pinto.

Maquiados de palhaços, os atores usarão enchimentos para parecerem mais gordinhos e usarão a técnica da “blablação”. “O espetáculo não tem fala; as expressões corporais é que são exploradas. É bem diferente. É um espetáculo infanto-juvenil, acredito que a faixa-etária será livre para as crianças terem acesso também”, ressaltou o diretor. Data e local ainda serão definidos, segundo a direção da peça.

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