16/05/2016 17h05 - Atualizado em 16/05/2016 17h27

Não haverá aumento da tarifa do transporte coletivo em Manaus, garante Arthur Neto

O prefeito afirmou que se preciso for irá às últimas consequências e assinará um decreto para manter a tarifa em R$3.
Foto: Arlesson Sicsú
Foto: Arlesson Sicsú

O prefeito de Manaus, Arthur Neto, afirmou, na tarde desta segunda-feira (16), que não haverá aumento da tarifa do transporte coletivo em Manaus, em nenhuma circunstância.

No Facebook, o prefeito afirmou que “se preciso for irei às últimas consequências e assinarei um decreto mantendo a tarifa em R$3”.

Confira o texto na íntegra:

“Não haverá aumento de tarifa do transporte coletivo em Manaus em nenhuma circunstância. Se for preciso irei às últimas consequências e assinarei um decreto mantendo a tarifa em R$3. As empresas argumentam que só podem reajustar os salários dos funcionários se aumentar o valor da tarifa. Isso não vai acontecer. Em primeiro lugar digo que estou aberto para o diálogo, desde que não haja mais greves por parte dos rodoviários e que o Sinetram acabe com essa novela de buscar judicialmente uma decisão que cabe a mim. Vamos chegar a um acordo justo para que ninguém seja mais prejudicado nesta grave crise pela qual passa o País”, escreveu Arthur.

Subsídio

Em relação aos atrasos no pagamento do subsídio concedido às empresas de transporte coletivo, o prefeito esclareceu que no que cabe à prefeitura os valores estão tecnicamente quitados, já tendo sido repassadas as parcelas dos quatro primeiros meses deste ano e em Programação de Desembolso (PD) a parcela referente ao mês de maio, que deve ser liberada nos próximos dias.

Quanto aos pagamentos oriundos do Governo do Amazonas, Arthur confirmou o atraso desde janeiro deste ano, totalizando cinco parcelas de R$ 1,3 milhão cada – o equivalente a R$ 6,5 milhões. “Recebi hoje a informação de que os pagamentos serão honrados e estão sendo tratados com urgência pelo governo estadual. Se isso, por ventura, não se concretizar, vamos romper o acordo firmado e fazer um esforço enorme para assumirmos mais esse compromisso financeiro”, declarou.

Paralisação

A paralisação parcial da frota de ônibus ocorrida na manhã desta segunda-feira é resultado da disputa trabalhista pelo dissídio salarial da categoria entre o Sinetram e o Sindicato dos Rodoviários. A greve tem por base a liminar do juiz plantonista Adilson Maciel Dantas, emitida no dia 25 de abril, determinando que se mantenha 70% da frota em circulação nos horários de pico (5h às 9h e das 16h às 20h) e 30% nos demais horários.

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