13/08/2016 12h51 - Atualizado em 14/08/2016 13h47

Briga entre médicos pode ter influenciado morte de adolescente, acusa família

Os parentes de Lúcio apoiam ação judicial indenizatória movida pela Defensoria Pública do Amazonas contra o Estado.
Foto: Reprodução
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Familiares do adolescente, Lúcio Pena Figueira, de 14 anos, acusam dois médicos, um cirurgião e um anestesista, pela morte do menor em função de incidentes ocorridos no dia 4 de agosto durante procedimento cirúrgico no Hospital e Pronto Socorro da Criança da Zona Leste, o “Joãozinho”.

Segundo eles, a interrupção do procedimento pode ter influências na morte. A indignação fez familiares procurarem a Defensoria Pública do Estado (DPE-AM) para buscar por direitos. Os parentes de Lúcio contam que o procedimento cirúrgico sofreu atraso de cerca de duas horas, o que pode ter agravado o estado de saúde do paciente, segundo o irmão do adolescente, Lucas Pena Figueira, 21 anos.

A família diz apoiar ação judicial indenizatória movida pela Defensoria Pública do Amazonas contra o Estado por conta do lamentável episódio.

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