11/08/2016 14h30 - Atualizado em 11/08/2016 14h30

Ex-militante que acusa Feliciano de estupro passa de vítima a investigada

O delegado, responsável pelo caso, disse ter provas de que os crimes não ocorreram.
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

A estudante de jornalismo e ex-militante do PSC, Patrícia Lélis, que acusa o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) de tentativa de estupro e o o assessor dele, Talma Bauer, de ameaça e cárcere privado passou a ser investigada no inquérito em apuração no 3º Distrito Policial na capital paulista.

O delegado Luís Roberto Hellmeister, responsável pelo caso, afirmou no início da noite desta quarta-feira ter material para provar que os crimes denunciados por Patrícia na última sexta-feira não ocorreram.

De acordo com Hellmeister, a polícia reuniu vídeos que comprovariam que Patrícia circulou pela cidade nos dias que antecederam a denúncia, na última sexta-feira, o que desqualificaria a acusação que ela fez contra o assessor de Feliciano de mantê-la em cárcere privado em São Paulo. Ela também teria se encontrado com Bauer num hotel, e imagens revelariam um clima cordial entre ambos.

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