14/08/2016 13h07 - Atualizado em 15/08/2016 09h23

Jovem que acusa Feliciano de estupro é indiciada por extorsão e denunciação caluniosa

Imagens de câmeras de segurança do dia do suposto sequestro mostram Patrícia em um hotel.
Foto: Reprodução
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A jornalista e estudante de direito Patrícia Lelis, de 22 anos, será indiciada pela Polícia Civil de São Paulo por suspeita de denunciação caluniosa e extorsão, de acordo com o delegado Luiz Roberto Hellmeister, titular do 3º Distrito Policial (DP), Santa Ifigênia.

De acordo com a rádio CBN, Talmo Bauer, chefe de gabinete de Feliciano, admitiu que pagou R$ 20 mil a um amigo da estudante para que ela parasse de acusar o parlamentar por tentativa de estupro. Se condenada, a estudante poderá pegar penas que somadas variam de seis a 20 anos de prisão.

Além da suspeita de denunciação caluniosa e extorsão, Patrícia é investigada por ameaça depois de aparecer numa gravação, obtida pela polícia, ordenando que Bauer matasse um amigo dela. O assessor, que é chefe de gabinete de Feliciano, também é policial civil aposentado, e se recusou a obedecer Patrícia.

Segundo o delegado, a estudante disse que havia sido sequestrada e mantida sob cárcere para gravar o vídeo em que desmente as acusações. Porém, imagens de câmeras de segurança do dia do suposto sequestro mostram Patrícia em um hotel, junto com Bauer, descontraídos. No vídeo eles também se abraçam. Ainda de acordo Hellmeister, ela hospedou a mãe e um amigo no mesmo hotel, descaracterizando a versão de que ela foi coagida.

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