16/08/2016 14h43 - Atualizado em 16/08/2016 15h18

Mostra de Cinema Venezuelano acontece em Manaus com entrada franca

O evento é uma realização do Consulado Geral da República da Venezuela em Manaus, em parceria com o Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura.
Foto: Reprodução
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O Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, em parceria com o Consulado Geral da República da Venezuela em Manaus, promove, de 17 a 19 de agosto, a 2ª Mostra do Cinema Venezuelano, a partir das 18h30. As sessões acontecem no Teatro Gebes Medeiros, no Ideal Clube, Centro de Manaus, com entrada franca.

Para o secretário de Estado de Cultura, Robério Braga, a mostra é uma oportunidade excelente para conhecer o fazer cinematográfico dos países vizinhos ao Brasil. “A Venezuela, apesar das dificuldades, é um país com uma cultura riquíssima e uma produção audiovisual excelente. Os filmes que nos serão apresentados são de excelente qualidade, e temos certeza que os espectadores irão adorar”, afirma.

Programação
O primeiro filme a ser exibido, no dia 17, é Um Olhar Para o Mar, de 2011. Dirigido por Andrea Rios, o filme conta a história de Rufino, um viúvo de 71 anos e decide voltar à cidade onde sua esposa nasceu. Ali, se reencontra com um velho amigo, que adotou uma menina chamada Ana-E, com quem Rufino terá que conviver. A solidão dos dois os confronta, iniciando traçados para um novo caminho de superação do abandono.

No dia 18, é a vez de A Classe, de 2007, dirigido por José Antonio Varela. Recomendado para maiores de 16 anos, o filme mostra o drama da jovem violinista Tita. Integrar uma orquestra sinfônica é a sua maior satisfação de vida, mas sua permanência nela coloca a sua vida e a de sua família em perigo. Diante da oportunidade de fugir para um novo mundo, diferente de tudo o que já viu, o destino de um país a leva a uma encruzilhada definitiva.

No dia 19, Dramas de Poder, dirigido por Roman Chalbaud, é o último filme a ser exibido no festival, contando a história do revolucionário Fernando Quintero e de seu filho Efraín. Após a queda do ditador Pérez Jiménez na Venezuela, Quintero sobe ao poder e começa a trair seus ideais para se tornar cúmplice da repressão institucional. Efraín, decepcionado com o pai, transforma-se em adversário do governo e do próprio Fernando, desencadeando um triste final.

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