17/08/2016 14h31 - Atualizado em 17/08/2016 14h31

Presidente da Câmara, Wilker Barreto, afirma que não deixará de ser mediador dos problemas da cidade

O posicionamento é em resposta à representação protocolada pela DPE-AM para apuração de quebra de decoro parlamentar do parlamentar.
FOTO: ROBERVALDO ROCHA / CMM
FOTO: ROBERVALDO ROCHA / CMM

O presidente da Câmara Municipal de Manaus (CMM), vereador Wilker Barreto (PHS), usou a tribuna do Poder Legislativo, na manhã desta quarta-feira (17), para afirmar que não vai deixar de ser um mediador dos problemas da cidade entre a população e o Poder Público. O posicionamento é em resposta à representação protocolada na CMM, na terça-feira (16), pela Defensoria Pública do Amazonas (DPE-AM), por meio da Defensoria Especializada de Atendimento de Interesses Coletivos, para apuração de quebra de decoro parlamentar do parlamentar, por violação de direitos fundamentais e abuso de poder.

“Eu não vou me calar e não vou deixar de trabalhar para ser um grande mediador de problemas dessa cidade, não vou. Acreditem, a representação não me diminui e não me apavora, porque eu sei das minhas competências e sei até onde posso comandar como vereador, tanto é, que não respondo nenhuma representação”, pontuou Barreto ao ressaltar, ainda, que se solicitação de vereador for quebra de decorro, metade da Casa está com decorro quebrado, porque o trabalho do vereador é interceder pelos problemas da população.

Segundo Chefe do Poder Legislativo Municipal, a proposta da DPE-AM é que os moradores do bairro Nossa Senhora de Fátima 1, na Zona Norte de Manaus, só saiam das casas após receber a indenização da Prefeitura. No entanto, a preocupação do vereador, é em quem vai acolher essas famílias, nesse tempo. “Agora precisamos deixar os egos de lado e ter um pouco de humildade para sentar a mesa, e pensarmos naquelas famílias. Se nós não encontrarmos uma solução para aqueles moradores, ainda nesta legislatura, vamos ter novas tragédias lá”, argumentou.

Barreto concluiu seu pronunciamento salientando que está bastante tranquilo e não voltará atrás das suas convicções. “A representação está com os setores competentes da Casa, e estou bastante tranquilo e não arredo o pé das minhas convicções e da forma de trabalhar, porque o vereador tem que estar cada vez mais próximo do povo. Não em gabinete, no ar condicionado”, finalizou.

Os vereadores Plínio Valério (PSDB) e Waldemir José (PT) também se manifestaram em relação à representação da Defensoria Pública do Amazonas (DPE-AM).

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