14/09/2016 16h01 - Atualizado em 14/09/2016 16h01

Lula reage à denúncia do Ministério Público em rede social

O petista declarou em sua página no Facebook que “jamais foi proprietário” do triplex no Guarujá.
Foto: Fábio Vieira
Foto: Fábio Vieira

Em sua página no Facebook, o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva reagiu à denúncia do Ministério Público Federal contra ele no caso do triplex do Guarujá. No início da tarde, Lula, sua mulher, Marisa Letícia, e outras seis pessoas foram denunciados pela Lava-Jato no caso do imóvel no litoral paulista. O petista, no entanto, declarou na rede social que “jamais foi proprietário” do apartamento.

Lula diz que tornou públicos em janeiro passado documentos que provariam que ele não é dono do tríplex de Guarujá. O comunicado reiterou a versão de que o ex-presidente esteve apenas uma vez no apartamento, na época em que avaliava uma possível compra do imóvel.

“Jamais foi proprietário dele (o triplex) ou sequer dormiu uma noite no suposto apartamento que a Lava-Jato desesperadamente tenta atribuir ao ex-presidente”, afirma a declaração que foi acompanhada de um link para uma matéria do Instituto Lula, com documentos que supostamente comprovariam a inocência do petista.

Além de Lula e Marisa Letícia, também foram denunciados o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro, e os ex-diretores da OAS Paulo Gordilho (responsável pela compra de móveis planejados para a cozinha do apartamento), Agenor Franklin Magalhães Medeiros, Fábio Hori Yonamine e Roberto Moreira Ferreira.

O Ministério Público investigou se o triplex e as reformas de R$ 1 milhão feitas nele foram uma forma de pagamento de vantagem indevida a Lula pela OAS, uma das construtoras que participaram do cartel da Petrobras.

O ex-presidente já é réu em processo da 10ª Vara da Justiça Federal de Brasília, por tentar obstruir a Justiça comprando o silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, um dos delatores do esquema de corrupção operado na estatal. Lula é investigado ainda pela compra do sítio de Atibaia, em São Paulo, reformado com ajuda de outra empreiteira envolvida no esquema, a Odebrecht.

Fonte: O Globo

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