11/09/2016 13h31 - Atualizado em 12/09/2016 07h45

Marcelo Ramos apresenta proposta para o Centro e diz que vai apoiar o empreendedorismo

O candidato a prefeito se reuniu com a diretoria da Câmara de Dirigentes Lojistas de Manaus (CDL-Manaus).
Foto: Michell Mello
Foto: Michell Mello

Em reunião com a diretoria da Câmara de Dirigentes Lojistas de Manaus (CDL-Manaus), o candidato a prefeito de Manaus pela coligação “Mudança para Transformar”, Marcelo Ramos (PR), afirmou que sua administração será de diálogo e parceria entre lojistas e camelôs, no desafio de transformar o Centro num lugar de comércio vivo e dinâmico, com incentivo aos vendedores ambulantes e priorização da desburocratização da vida dos empresários. “Revitalizar o Centro exige muito mais que trocar asfalto por pedras na Eduardo Ribeiro, ou confinar os camelôs em galpões travestidos de shoppings populares. O Centro de Manaus não pode ser um museu, ele precisa de atividade econômica e sustentável”, afirmou Marcelo Ramos.

“Sem atividade econômica, nenhum Centro de qualquer cidade sobrevive. Quero propor nesse momento, a parceria com a CDL-Manaus para reorganizar essa área da cidade. Com diálogo e parceria, principalmente, com compromisso por Manaus. Manterei a parceria com o “Liquida Manaus” porque a nossa administração irá confiar nos lojistas”, disse Marcelo Ramos.

Marcelo Ramos apresentou aos lojistas o projeto “Governo Empreendedor” que irá transformar Manaus em uma cidade voltada para a inovação e para o empreendedorismo, fortalecendo os investimentos em todas as áreas da cidade, bem como, no setor de serviços e no Polo Industrial de Manaus (PIM).

“A prefeitura tem que parar de atrapalhar a vida das pessoas. Não pode ser um obstáculo para a geração de emprego e renda. Nós seremos facilitadores. Seremos uma prefeitura do século XXI e vamos enterrar de vez essa administração que pensa como no século XX e tem ações como do século XIX”, disse.

Entre os compromissos firmados com os lojistas, Marcelo Ramos irá finalizar as obras das praças da Matriz e Tenreiro Aranha e da antiga sede do Corpo de Bombeiros (na Avenida Sete de Setembro), acabar com a burocracia para agilizar a vida financeira e fiscal das empresas (centralizando de forma inteligente as secretarias e serviços da prefeitura), manter o diálogo com as entidades de classe que representam o comércio de Manaus, além de estudar a viabilidade de abrir o trânsito nas ruas Dr. Moreira, Guilherme Moreira, Marcílio Dias e Beco do Comércio.

“Os lojistas apresentaram um estudo onde, pelo menos 27 lojas no Centro fecharam as portas em ruas que possuem trafegabilidade de veículos, e hoje o trânsito é fechado. Nós propomos um governo de oportunidades e de diálogo onde nenhum lojista vai ‘pegar chá de cadeira’ da Prefeitura para apresentar sugestões e soluções para os problemas do comércio”, afirmou Marcelo Ramos.

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