06/10/2016 16h30 - Atualizado em 6/10/2016 16h30

Cesta básica de Manaus se mantém estável em setembro, aponta Dieese

O Arroz (8,24%) foi produto que teve maior alta seguido do leite (5,39%).
Foto: Reprodução
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O custo da cesta básica em Manaus se manteve praticamente estável no mês de setembro em comparação a agosto deste ano. De acordo com a pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgada nesta quinta-feira (6), a cesta composta por 12 produtos teve um custo de R$ 401,4.

Com ligeira queda do valor da cesta, Manaus passa a ocupar a 16° colocação no ranking das cestas, dentre as capitais onde é realizada.

O preço da cesta básica de Manaus teve queda de -0,01% em relação ao mês de agosto. No mês anterior o conjunto de itens alimentícios essenciais custava R$ 401,50. Em setembro de 2015 a cesta básica custou R$ 335,73.

Na capital amazonense, sete produtos apresentaram alta e cinco tiveram queda nos seus preços no mês analisado, influenciando o custo total da mesma que ficou (-0,01%) mais barata no mês.

O arroz (8,24%) foi o produto que apresentou maior alta no mês seguido do leite (5,39%), do feijão (3,10%), do café (2,86%), da carne (2,37%), do açúcar (2,07%) e da manteiga (0,76%). O óleo (-5,90%) foi o produto que apresentou maior queda no mês seguido da banana (-5,45%), do tomate (-3,52%), da farinha (-2,30%), do pão (-0,13%).

Alimentação básica custa R$ 1.204,32

O custo da cesta básica para o sustento de uma família de quatro pessoas (dois adultos e duas crianças, sendo que estas consomem o equivalente a um adulto) foi de R$ 1.204,32 durante o mês de setembro, segundo o Dieese. Esse valor equivale a aproximadamente 1,37 vezes o salário mínimo bruto, fixado pelo governo federal em R$ 880,00. No mês anterior, o custo da cesta básica para esta mesma família era maior e foi de R$ 1.204,50, de acordo com os dados.

Capitais
Em setembro, o custo do conjunto de alimentos básicos apresentou alta da cesta em 13 cidades, em outras 14, foi registrada redução. As maiores altas ocorreram em Brasília (2,37%), Salvador (1,46%), Fortaleza (1,42%) e Recife (1,06%). As retrações mais expressivas foram observadas em Macapá (-5,18%), Goiânia (-4,31%), Campo Grande (-1,95%) e Belo Horizonte (-1,88%).

Segundo a pesquisa, a cesta mais cara foi a de Porto Alegre (R$ 477,69), seguida de São Paulo (R$ 471,57) e Brasília (R$ 461,99). Os menores valores médios foram observados em Natal (R$ 367,54) e Aracaju (R$ 371,30).

Entre janeiro e setembro de 2016, todas as cidades acumularam alta. As elevações mais expressivas foram observadas em Boa Vista (22,02%), Maceió (21,67%) e Salvador (21,54%). Os menores aumentos ocorreram em Florianópolis (5,89%), Curitiba (8,45%) e Manaus (9,15%).

Fonte: G1

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