12/10/2016 09h47 - Atualizado em 13/10/2016 08h27

Comissão do Consumidor garante combate a possível reajuste de combustível em Manaus

A Comissão da Câmara Municipal informou também que está atenta às oscilações de preços.
Foto: Robervaldo Rocha/CMM
Foto: Robervaldo Rocha/CMM

O vereador Álvaro Campelo, presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara Municipal de Manaus (Comdec), disse, na terça-feira (11), em pronunciamento da tribuna da Câmara Municipal de Manaus (CMM), que a oscilação dos preços dos combustíveis, que está acontecendo em Manaus, anunciada como promoção nos diversos postos, pode significar uma tentativa de agradar o consumidor para, no final do ano, aplicar um reajuste elevado.

“Se isso é uma tentativa de agradar o consumidor neste momento, para lá na frente dar o bote, podem ficar avisados que a Comdec, juntamente com força-tarefa, que tem se unido para combater esses abusos, não irá permitir que aconteça”, garantiu.

Álvaro Campelo iniciou seu pronunciamento lembrando que, no final do ano de 2015, o preço da gasolina chegou a custar R$ 4,10 em Manaus, exigindo atuação da Comdec e demais órgãos que formam a força-tarefa, através de todo um processo de discussão com os donos de postos de combustíveis, para buscar esclarecimentos sobre a forma de cálculo para definição do valor dos preços praticados. Mas, logo em seguida, sem maiores explicações, os preços foram reduzidos, as justificativas anteriores dos empresários que alegavam que teriam grandes prejuízos se o reajuste não fosse praticado.

Hoje estamos acompanhando uma onda de promoções em todos os cantos da cidade com preços chegando até R$ 3,36. “Como se explica isso, se em dezembro passado acusavam os órgãos de defesa do consumidor de perseguição aos empresários”, questionou, ao destacar que não se trata de nada disso, mas tão somente de uma fiscalização séria, para garantir ao consumidor que ele pague o preço aceitável.

“Estamos passando o recado para que estas promoções não venham a se transformar em uma posterior penalização do consumidor. Insisto que não vamos permitir”, concluiu o presidente da Comdec.

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