10/10/2016 16h35 - Atualizado em 10/10/2016 16h35

Marcelo diz que Artur foi conivente com a corrupção na saúde

Para Ramos, a falta de gestão e qualidade na administração da prefeitura, permitiu que se tirasse dinheiro da Saúde de Manaus.
Foto: Divulgação
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O candidato a prefeito de Manaus, Marcelo Ramos (PR), afirmou na manhã desta segunda-feira (10), no programa AGORA da TV Em Tempo, que a operação da Polícia Federal (PF) “Maus Caminhos” mostrou que existe uma relação de omissão do do Governo do Amazonas e de conivência do prefeito, Artur Neto (PSDB) com as empresas que desviaram mais de R$ 200 milhões em recursos da Saúde do Amazonas e pediu que a Polícia Federal investigue e prenda todos os envolvidos com a corrupção com o dinheiro da saúde.

Marcelo Ramos ressaltou que em sua administração, o dinheiro público será tratado com compromisso, gestão e planejamento. “O que nós queremos acabar é com essa bandalheira e roubalheira”, declarou o candidato a prefeito.

Para Marcelo Ramos, a falta de gestão e qualidade na administração da prefeitura, permitiu que a empresa de um dos presos da operação “Maus Caminhos” também tirasse dinheiro da Saúde de Manaus. Sem licitação, empresa D. de Azevedo Flores foi contratada pelo prefeito Artur Neto e faturou R$ 1,1 milhão para trabalhos de telemarketing e combate ao Zika vírus na secretaria de saúde.

“A conivência do atual prefeito fez com que essa mesma quadrilha se instalasse na prefeitura. (…) Na saúde tem uma coisa que divide campos: gestão ou política. Uma saúde contaminada pela politica é uma saúde que não tem controle do gasto, e permite que a empresa de um preso pela Polícia Federal seja contratada. Permite ainda que a mesma empresa faça serviço de telemarketing e de combate ao Zika vírus”, afirmou Marcelo.

Marcelo disse que a partir de 1º janeiro de 2017, o orçamento de R$ 800 milhões da Secretaria Municipal de Saúde será usado em benefício da população de Manaus, com parcerias junto ao Ministério da Saúde. A meta é aumentar de 173 para 400 o número de equipe do programa de Estratégia Saúde da Família (ESF), que hoje atende apenas 33% de toda a capital.

“É possível melhorar o atendimento de saúde em Manaus. Queremos acabar com esse desrespeito que faz uma mãe sair de casa com uma criança de colo e chegar à uma casinha de saúde e não ser atendida porque não está na área de cobertura. Com gestão correta, o dinheiro passará a ser gasto com qualidade e chegará na casa da pessoa na forma de um remédio, de um atendimento que uma mãe ou um filho precisa”, concluiu Marcelo Ramos.

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