Seduc promove 1ª Mostra de Arte das Escolas Estaduais dos Anos Iniciais

O evento foi foi desenvolvido com o propósito de apresentar a arte como uma forma de expressar o sentimento no mais íntimo de cada ser, traduzindo a experiência de vida.
06/12/2016 15h24 - Atualizado em 6/12/2016 15h24
Foto: divulgação

Reunindo apresentações protagonizadas por estudantes do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental da rede pública estadual de ensino, a Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino (Seduc), por meio de seu Departamento de Políticas e Programas Educacionais e a Gerência de Ensino Fundamental dos Anos Iniciais, promoveu, na manhã desta terça-feira (6), a 1ª Mostra de Arte das Escolas Estaduais dos Anos Iniciais.

O evento foi realizado no auditório do Centro de Formação Profissional Padre José de Anchieta (Cepan), localizado no bairro Japiim, zona sul de Manaus, e contou com a participação do secretário Executivo Adjunto Pedagógico da Seduc, José Augusto de Melo Neto; da diretora do Departamento de Políticas e Programas Educacionais, Roberta Prestes; da diretora do Cepan, Kátia Menezes; da gerente do Ensino Fundamental dos Anos Iniciais, Nelyzabel Barros Carneiro; além de coordenadores distritais de educação, gestores e professores.

A 1ª Mostra de Arte das Escolas Estaduais dos Anos Iniciais foi desenvolvida com o propósito de apresentar a arte como uma forma de expressar o sentimento no mais íntimo de cada ser, traduzindo a experiência de vida. O evento é um retrato do que foi trabalhado durante todo o ano letivo nas escolas estaduais, em que as artes visuais e cênicas ganharam espaço nas aulas e foram temas abordados com o objetivo de despertar o prazer da leitura e escrita, propósitos expressos pelo Programa Rede de Letras e Projeto Trilhas, que possibilitam aos estudantes adentrarem no universo literário, realizando atividades que auxiliem no processo de alfabetização e letramento e contribuindo, dessa forma, com uma formação cidadã.

Auxílio na formação

De acordo com o secretário Executivo Adjunto Pedagógico, José Augusto de Melo Neto, a mostra possibilita aos estudantes se expressarem artisticamente, o que auxilia na sua formação. “A expressão artística é uma das melhores formas de nós avaliarmos os nossos alunos, visto que, eles desenvolvem a criatividade, a percepção, mesmo antes de aprenderem a ler. Fico satisfeito em estar trabalhando em uma gestão que está resgatando as linguagens artísticas, como foi o Festival de Dança Estudantil”, afirmou o secretário.

A mostra contou com as seguintes apresentações: “Linda Rosa Juvenil”, da Escola Estadual Manoel Marçal de Araújo; “Literatura Surda: Os três porquinhos”, da escola Augusto Carneiro; “O soldadinho de Chumbo”, da escola Cônego Azevedo; “Mágico de Oz – O Espantalho”, do Centro de Educação de Tempo Integral/Ceti Garcitylzo do Lago e Silva; “A linda rosa juvenil”, da escola Rilton Leal Filho; “Morte e Vida Severina”, da escola Elira Pinheiro; “Os saltimbancos”, da escola Santa Terezinha; “Os três carneirinhos e o lobo mau”, da escola General Sampaio; e “O Grito da Preservação”, da escola Major Silva Coutinho.

Literatura e arte
Na Escola Estadual Elira Pinheiro, localizada no bairro Cidade Nova, zona norte de Manaus, os estudantes do 5º ano do Ensino Fundamental, coordenados pela professora Gelcenilza Monteiro, fizeram uma apresentação baseada na obra “Morte e Vida Severina”, livro do escritor brasileiro João Cabral de Melo Neto. “Essa apresentação surgiu do projeto de leitura da escola, em que adaptamos a obra ‘Morte e Vida Severina’, que é uma peça cantada, que utiliza o verso e a prosa. Reunimos duas turmas de crianças e o resultado foi muito positivo”, explicou a professora.

Participando da apresentação, a estudante Kamilly Farias Costa, 10, contou que o trabalho promoveu a integração e o aprendizado dos estudantes. “Conseguimos trabalhar em equipe e fazer uma bonita apresentação dessa obra”, afirmou a aluna.

Na escola General Sampaio, por sua vez, os estudantes do 1º ano protagonizaram a apresentação “Os três carneirinhos e o lobo mau”. Segundo a gestora da escola, Andrea Amorim, a apresentação segue o formato do que é abordado no Projeto Trilhas, favorecendo o processo de alfabetização das crianças.

“O Projeto Trilhas desenvolve historinhas para crianças do 1º ano do ensino fundamental, que ainda não sabem escrever, mas sabem interpretar, favorecendo o processo de alfabetização. Por isso, a escola trouxe uma apresentação que segue esse formato e isso é só uma pequena parte do vem sendo abordado durante o ano letivo nas escolas da Coordenadoria 4”, destacou a gestora da escola.


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