Fieam criará indicadores sobre exportações no Estado

A finalidade é inserir as empresas amazonenses no comércio exterior.
23/01/2017 11h57 - Atualizado em 23/01/2017 11h57

Foto: Reprodução


Com a finalidade de abrir novos mercados para inserir as empresas amazonenses no comércio exterior, a Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), por meio do Centro Internacional de Negócios do Amazonas (CIN-AM), vai realizar, este ano, estudos de Inteligência Comercial para intensificar a demanda de produtos da Zona Franca de Manaus.

Por meio do CIN-AM, os estudos oferecerão ao empresariado local, indicadores, estatísticas de importação e exportação, principais países exportadores e países importadores, bem como as barreiras tarifárias e não tarifárias.

De acordo com gerente do CIN-AM, Marcelo Lima, os estudos de Inteligência Comercial serão disponibilizados às Micros, Pequenas, Médias e Grandes empresas amazonenses, como uma ferramenta de apoio às exportações.

“A partir desses estudos para cada setor, nós iremos apresentar aos sindicatos e se houver interesse nós apoiaremos os empresários por meio da viabilização de contato com empresas importadoras e na participação de missões e eventos em outros países”, explicou Lima.

Setores

O primeiro setor a ser realizado o estudo de inteligência comercial será o de alimentos e bebidas, em seguida o de cosméticos e por terceiro o de eletroeletrônicos, além do polo de duas rodas.

A partir do mês de março, o CIN-AM dará continuidade aos programas de capacitação, dentro do Plano de Ação com a realização e participação em missões e feiras, voltadas para empresários interessados na internacionalização.
O CIN-AM, em 2017, também, intensificará as ações de atração de investimentos, cujo objetivo é atrair novos investidores apresentando a eles as oportunidades de negócios que o estado oferece.

Marcelo Lima explicou, ainda, que o CIN-AM buscará atrair esses investidores focando a participação deles, inclusive na ‘Feira Internacional da Amazônia’, que deverá ser realizada no início de novembro.

“A maioria dos empresários desconhece o mercado internacional e nós intensificaremos o acesso a esse mercado por meio desses estudos. Trabalharemos para atrair os investidores para o Amazonas, mostrando a eles o que o Estado tem de melhor, ao mesmo tempo que vamos preparar o empresariado local”, concluiu o gerente.


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