Prefeito afastado de Maraã acusado de mandar matar rival consegue liberdade provisória

Apesar da liberdade, o prefeito afastado de Maraã continua sendo investigado por envolvimento no assassinato do ex-prefeito Cícero Lopes.
19/01/2017 14h56 - Atualizado em 20/01/2017 10h06
Foto: divulgação

O prefeito afastado de Maraã, Luiz Magno Praiano Moraes (PMDB), preso desde o dia 21 de dezembro, consegui nesta quinta-feira (19) na justiça liberdade provisória concedido pela desembargadora Carla Reis. Magno é acusado de mandar matar o rival político dele e ex-prefeito do município, Cícero Lopes (Pros), assassinado a tiro em fevereiro de 2016.

Apesar da liberdade, o prefeito afastado de Maraã continua sendo investigado por envolvimento no assassinato do ex-prefeito Cícero Lopes.

A Justiça do Amazonas considerou um pedido dos advogados de defesa de Luiz Magno que defenderam a falta de motivos para a permanência dele na prisão e que o causado tem “colaborado com a polícia todas as vezes em que foi chamado a prestar declarações”.

No pedido de liberdade, os advogados alegaram a mudança de depoimento de uma das testemunhas do caso, que foi até a sede do Ministério Público, em Manaus, sete dias após a prisão, e mudou sua versão. A testemunha negou que estava sendo ameaçada e coagida pelo ex-prefeito Luiz Magno, como havia alegado anteriormente. A testemunha disse que havia participado de uma trama com a intenção de induzir o MP-AM a requerer a prisão do ex-prefeito.


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