‘Presídio não é de facção, é do poder público’ diz ministro da Justiça após visita ao Compaj

Para o ministro é preciso um maior controle e separar os detentos de acordo com a periculosidade de cada um, “e não por grupos”.
03/01/2017 15h26 - Atualizado em 4/01/2017 09h47

Foto: reprodução


O ministro da Justiça e Cidadania, Alexandre de Moraes, visitou o Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), no km 8 da BR-174, na manhã desta terça-feira (3) e concedeu entrevista coletiva.

Para o Alexandre, é preciso um maior controle e separar os detentos de acordo com a periculosidade de cada um, “e não por grupos”. “Presídio não é de facção, é do poder público. Devem ser separados por periculosidade, deixar lideranças isoladas e evitar que informações entrem e saiam de presídios por meio de bloqueadores.

Questionado se houve falhas na inteligência da segurança pública do Estado, uma vez que haviam documentos com alertas sobre a rebelião, Alexandre respondeu que “não tem condições para essa rápida análise”. “E nem foi esse o motivo que me trouxe aqui, de analisar eventuais falhas. Essas falhas, se houve acertos ou erros, serão analisadas por órgãos competentes. O mais importante é a união de esforços de todos os poderes a nível estadual e federal para que possamos dar sequência ao plano”, completou.

Redação AM POST


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