Rebelião sangrenta no Compaj chega ao fim após 17h de terror

Segundo a SSP-AM morreram entre 50 a 60 pessoas.
02/01/2017 10h07 - Atualizado em 2/01/2017 14h37

Foto: Divulgação/Seap


A rebelião que iniciou ainda na tarde do domingo (1), no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), terminou por volta das 8h30 desta segunda-feira (2). Fora 17 horas de terror com várias mortes, entre 50 a 60, segundo informações da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM).

Reféns foram liberados e a Polícia entrou no presídio para contornar a situação e iniciar a contagem para saber quantos presos fugiram e quantos ao certo foram mortos. Ainda segundo a SSP-AM, o motivo da rebelião seria o narcotráfico, ou seja, disputa pelo tráfico de drogas entre as organizações criminosas.

O ex-policial, conhecido como “Moa”, Moacir Jorge da Costa foi esquartejado em sua cela durante o motim. No total 12 agentes penitenciários foram mantidos reféns, mas todos já foram libertados. A rebelião foi uma guerra entre as facções Família do Norte (FDN) e Primeiro Comando da Capital (PCC).

Ainda na tarde de ontem mais de 20 presos fugiram do Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), o que para as autoridades de segurança do estado, foi uma forma dos criminosos desviarem a atenção da rebelião sangrenta que aconteceria logo depois no Compaj.

Fonte: Redação AM POST


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