O desafio é gerar emprego

11/02/2017 13h43 - Atualizado em 11/02/2017 13h48
Foto: Divulgação

Já dizia o saudoso Gonzaguinha:
Um homem se humilha se castram seu sonho seu sonho é sua vida e vida é trabalho
e sem o seu trabalho o homem não tem honra e sem a sua honra se morre, se mata.

Vivemos umas das maiores crises econômicas da história. O país já registra 12% de desempregados. São 12,3 milhões de desempregados. Para se ter noção da grandeza desse número é como se a população somada de todos os estados do norte estivesse desempregada.

Diante desse cenário duas manchetes de jornais me chamaram atenção. O Jornal A Crítica publicou: Indústria amazonense recua 10,8% em 2016. No mesmo dia um jornal paraense publicou: Indústria paraense deslancha em 2016.

E segue o jornal paraense: “IBGE aponta taxa de 9,5% no Estado, o único que registrou crescimento. Estados tão próximos e com formas tão distintas de enfrentar a crise.

O Amazonas recente da ausência de uma visão e de um planejamento estratégico, de um zoneamento ecológico econômico e acima de tudo de uma diálogo colaborativo e republicano dos governos e da academia com os setores produtivos e empresariais.

É preciso um pacto. O PACTO PELO EMPREGO. E só há emprego com crescimento. E só há crescimento num ambiente com marcos regulatórios e política tributária estáveis, desburocratização e investimento em infraestrutura de transporte, energia e telecomunicações.

Por incrível que possa parecer, diante de uma crise tão avassaladora, vivemos um momento de oportunidades. A crise fiscal dos Estados brasileiros obrigará o cancelamento de incentivos para a indústria e essa é a oportunidade do Amazonas aproveitar a nosso tratamento fiscal-constitucional diferenciado para atrair empresas que perderão competitividade nos estados aonde estão instaladas.

Essa atração não vira por acaso. É preciso ação, ação imediata, sob riscos de perdermos o times. Definição de estratégias de abordagens e planejamento governamental e empresarial são urgentes.

Precisamos de uma liderança capaz de unir políticos e colocá-los à mesa com governo, prefeituras. SUFRAMA, FIEAM, CIEAM, CDL, ACA, Fecomércio, sindicatos de trabalhadores, universidades e institutos de pesquisas todos movidos pelo objetivo de facilitar mecanismos de retomada do crescimento e da geração de emprego.

É um tempo de oportunidades, não podemos permitir que mais uma vez elas se transformem em frustrações para o nosso povo.


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