Segundo Blog, atletas foram barrados no aeroporto, mas secretário da Sejel leva família a torneio no Oriente

Os atletas que foram classificados para torneio em Abu Dhabi reclama que a Sejel não cumpriu o que prometeu em fornecer passagens para a disputa.
19/04/2017 10h27 - Atualizado em 19/04/2017 16h20
Foto: Sejel

Segundo um Blog de notícias vinculado ao UOL Notícias, atletas classificados para o Abu Dhabi World Championship de Jiu-Jítsu reclamam que a Secretaria de Estado da Juventude, Esporte e Lazer (Sejel), não cumpriu com o que prometeu que era fornecer passagens para a disputa da competição nos Emirados Árabes Unidos, e eles não puderam embarcar para participar da disputa. Já o secretário da Sejel, Fabrício Lima, família e assessora viajaram para o torneio.

De acordo com o Blog, um dos atletas Vinicius Reis se dirigiu no domingo à noite até o Aeroporto de Guarulhos (SP) para embarcar com o restante da delegação, mas foi deixado para trás, sob a justificativa de que o governo árabe não havia concedido visto para eles.

A viagem segundo informações, é o primeiro convênio aprovado pelo Ministério do Esporte desde o encerramento dos Jogos Olímpicos do Rio. Por meio do convênio, a Secretaria conseguiu a liberação de R$ 1,5 milhão para levar 90 pessoas para a competição, das quais 66 deveriam ser atletas.

Os atletas afirmam que a Sejel começou a solicitar a documentação deles apenas na segunda-feira, ou seja, em cima da hora. Outros atletas também reclamam em redes sociais. Já me Guarulhos, a Secretaria informou que os vistos não foram aprovados.

Rodrigo Feijão e os irmãos Erich e Alex Munis também são atletas que reclamaram que não receberam as passagens. A mãe do campeão brasileiro de jiu-jítsu, Arcângelo Oliveira publicou um vídeo fazendo um desabafo nas redes sociais. A lutadora de Santa Maria (RS), Mel Cueto, foi ao ao aeroporto de Porto Alegre, mas a passagem não chegou a tempo. Ela informou a um jornal da sua cidade que vai processar a Sejel.

Fabrício Lima, levou a assessora de imprensa identificada na lista como fisioterapeuta, além da mulher e duas filhas. Segundo ele as passagens das três foram arcadas por ele próprio. No documento apresentado ao Ministério de Esporte cotava o trecho São Paulo/Abu Dhabi/São Paulo em mais de R$ 9.000 e ele afirmou ter sido apenas R$ 4.000.

Fonte: Redação AM POST


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