Gilmar Mendes diz que cancelamento da eleição suplementar no AM foi a decisão certa

Segundo ele o TSE se precipitou ao determinar que se cumprisse a decisão sem acórdão.
05/07/2017 15h52 - Atualizado em 5/07/2017 15h52
Foto: Reprodução

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, que também é membro do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu nesta terça-feira (4), como acertada a decisão do colega ministro Ricardo Lewandowski de suspender a eleição suplementar a governador do Amazonas, medida determinada pela própria corte eleitoral.

“Aqui notoriamente houve uma precipitação do tribunal ao determinar que se cumprisse a decisão sem acórdão, o que não é ortodoxo aqui. Mas o tribunal estava com uma composição substitutiva. O resultado: o ministro Lewandowski deu liminar. E isso tem custo. Essa eleição custa R$ 18 milhões pelo menos”, disse Gilmar.

O presidente do TSE afirmou ainda que recurso contra o acórdão da decisão do pleno faz parte de um “novo direito brasileiro que vai se desenvolvendo e que de fato não é condizente com as nossas tradições”.


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