Alessandra Campêlo rebate críticas de seus colegas de partido e afirma que documento que a nomeou líder é legal

Vicente Lopes e Wanderley Dallas contestaram o ofício enviado pelo PMDB à ALE/AM, que a delega como liderança do partido.
09/08/2017 16h01 - Atualizado em 10/08/2017 10h41
Foto: Divulgação

Em seu pronunciamento na Sessão Plenária desta terça-feira (8), a deputada estadual Alessandra Campêlo (PMDB) destacou a legalidade da reunião extraordinária da Executiva Estadual que indicou seu nome para a liderança do partido na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam).

“O PMDB me apresenta como nova líder do partido na Assembleia num documento que tem validade sim, porque o presidente da Assembleia, que é um homem de partido, sabe que quem indica um líder partidário para a Assembleia é o partido”, explicou Alessandra.

A deputada rebateu na tribuna as críticas dos colegas de partido, Vicente Lopes e Wanderley Dallas contestaram o ofício enviado pelo PMDB à ALE/AM, que a delega como liderança do partido, e deixa desocupada a vice-liderança. O documento diz que a decisão foi tomada pela Executiva da legenda “e parlamentares”, no dia 27 de julho.

Lopes disse que o documento era falso e irregular porque não obedeceu ao regimento interno da ALEAM, que prevê a indicação dos parlamentares. Segundo ele, o estatuto do partido impõe a mesma regra. Já Dallas chamou Alessandra de “traidora” e classificou a decisão do PMDB de “tirana, estúpida e grosseira”. “O povo vai responder a isso”.

“O partido tomou essa decisão porque desde o primeiro turno vocês decidiram não apoiar o Eduardo Braga, que é o candidato do partido de vocês e foi escolhido numa convenção com mais de seis mil pessoas”, rebateu Alessandra.


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