Eduardo Braga, Marcelo Ramos e Renê Terra Nova são condenados pelo Ministério Público Eleitoral por fazerem campanha antecipada

Caso seja eleito Braga pode ter seu mandato cassado assim como José Melo.
05/08/2017 13h52 - Atualizado em 6/08/2017 13h08
Foto: reprodução

O candidato ao governo do Amazonas, Eduardo Braga, seu vice, Marcelo Ramos e o líder do Ministério da Restauração, Renê Terra Nova, foram condenados pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) por fazerem campanha antecipada durante o 19º Congresso Internacional da Visão Celular no Modelo dos 12, uma das maiores celebrações da comunidade evangélica no Norte do Brasil que ocorreu no dia 17 de junho de 2017, no Sambódromo de Manaus.

O evento ocorreu logo após a escolha dos representados em convenção partidária para comporem a chapa para concorrerem ao cargo de governador e vice nas eleições suplementares de 2017, o que confirma a tese do MPE de que a aparição dos candidatos no congresso teve a intenção de expô-los massivamente perante milhares de pessoas, com a intenção eleitoreira.

Cada um dos condenados terá que pagar multa no valor de R$32mil. Caso seja eleito Braga pode ter seu mandato cassado assim como José Melo.

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