Collor vai ser candidato para salvar PTC e candidatura do filho, diz presidente do partido

Pela chamada “cláusula de barreira” as legendas deverão atingir pelo menos 1,5% dos votos válidos para a Câmara em 2018.
26/01/2018 16h50 - Atualizado em 29/01/2018 16h57
Foto: Reprodução

A candidatura de Fernando Collor a presidência é para valer? A resposta do presidente do partido do senador alagoano começa a responder a questão. “A candidatura dele é para valer. Não é para fazer de conta. Ela vai ajudar e muito a cumprir a cláusula de barreira”, admitiu o presidente nacional do PTC, Daniel Tourinho.

Este é o mote que deve ser considerado sobre a candidatura a presidência de Collor. Sua candidatura tem o objetivo de garantir a sobrevivência de seu partido, o nanico PTC, por causa das novas regras aprovadas pelo Congresso para que as legendas tenham acesso ao Fundo Partidário e ao tempo de propaganda gratuita no rádio e na TV. Pela chamada “cláusula de barreira”, aprovada em outubro passado, as legendas deverão atingir pelo menos 1,5% dos votos válidos para a Câmara em 2018 em pelo menos nove Estados ou ter eleito, no mínimo, 13 deputados em nove Estado ou ter eleito, no mínimo, 13 deputados em nove Estados.

Nas eleições de 2014, o PTC ficou longe desse porcentual: teve apenas 0,35% dos votos e só conseguiu eleger dois deputados . A estratégia do PTC é usar a candidatura como atrativo para eleger de 9 a 11 deputados federais. Um deles será o filho do senador, Arnon Collor.Um dos maiores beneficiados pela candidatura do pai.

Em Alagoas, a tendência é o PTC repetir a aliança de 2014 e apoiar a reeleição de Renan Filho (MDB) a governador e do pai dele, Renan Calheiros (MDB-AL), a senador.


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