Banco da Amazônia contrata R$ 3,3 bi na região Norte com FNO em 2017

O volume de crédito aplicado potencializa os efeitos multiplicadores da economia, elevando o PIB.
27/03/2018 15h07 - Atualizado em 27/03/2018 15h07
Foto: Reprodução

As contratações com recursos de crédito de fomento, realizadas pelo Banco da Amazônia em 2017, somaram R$ 3,3 bi para toda a região Amazônica. Somente com o Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), o Banco contratou R$ 2,9 bilhões na região Norte, um aumento de 24,5% em comparação com o mesmo período de 2016, quando foram financiados R$ 2,33 bilhões.

Esses números integram a divulgação do Desempenho Financeiro da Instituição em 2017 que foi apresentada nesta quarta-feira (21), durante coletiva realizada na sede do Banco, oportunidade em que a Instituição confirmou sua posição de destaque na concessão de crédito na Amazônia Legal. Respondendo atualmente por mais de 63% do crédito de fomento aplicado na Região Norte, o Banco figura como maior propulsor de negócios de fomento na Amazônia (Banco Central do Brasil – Relatório disponível base novembro/2017).

Segundo o presidente Marivaldo Melo, o volume de crédito aplicado potencializa os efeitos multiplicadores da economia, elevando o PIB, o nível dos salários, a arrecadação de tributos e a geração de novos empregos na Amazônia.

Entre os benefícios socioeconômicos gerados pelo FNO em 2017 destacam-se os efeitos sobre o Produto Interno Bruto (PIB), com injeção de valores na ordem de R$ 15,12 bilhões; sobre o Valor Bruto da Produção (VBP) – tudo que foi produzido pela indústria, comércio e demais setores da economia –, com cifras de R$ 29,33 bilhões. Sobre os tributos, com valores que alcançaram os R$ 4,3 bilhões; e sobre os salários, com aporte de R$ 2,8 bilhões. O desempenho também impactou a geração de emprego na região. Os empreendimentos incentivados com os créditos do FNO disponíveis colaboraram para a geração e/ou manutenção de 512 mil postos de trabalho.

Ainda de acordo com o presidente, mesmo diante de um cenário difícil de crise econômica nacional, o Banco encerrou o exercício de 2017 com um lucro líquido de R$ 64,5 milhões e Patrimônio Líquido no valor de R$ 1.88 bi. O total de ativos alcançou R$ 17 bi, em comparação ao ano de 2016 (R$14,17 bi), apresentando crescimento de 19,6%.

Para o diretor de Controle e Risco, Luiz Petrônio, embora o resultado financeiro tenha sido menor, o Banco fez um trabalho muito grande de mitigação de riscos, de melhoria nos processos. “Agora, a Instituição se prepara para que 2018 seja melhor e mantenha um relacionamento mais ágil e digital com seus clientes”, declarou.
O diretor de Gestão de Recursos e Portfólio de Produtos e Serviços, Luiz Otávio Maciel Jr, destaca a gestão eficiente nos contratos administrativos a qual gerou a redução das despesas administrativas na ordem de R$ 22,5 milhões, com destaque para o controle das despesas de pessoal e contratos administrativos.

O diretor de Crédito, Francimar Maciel, ressaltou sobre a forte gestão com foco na recuperação de crédito. “Em 2017, foi possível recuperar um volume de R$ 250,3 milhões, perfazendo mais de 33 mil operações”, informou.


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