Manifestantes fazem “limpeza” do prédio pichado de vermelho em que mora Cármen Lúcia

Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) tinham jogado bombas de tinta vermelha na fachada do prédio.
09/04/2018 14h58 - Atualizado em 9/04/2018 14h58

Foto: Reprodução


Um grupo promoveu, na manhã de sábado (7), um ato de apoio à presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, em Belo Horizonte. Com camisetas amarelas e com a bandeira do Brasil, manifestantes foram para a frente do prédio onde a ministra mantém um apartamento. Munidos de vassouras, baldes e uma máquina lavadora de alta pressão, eles fizeram um ato de limpeza do local, vandalizado com tinta vermelha na noite de ontem.

O ato foi promovido por integrantes de movimentos de apoio à Operação Lava Jato e à prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Após a lavagem da calçada, foram deixadas flores na frente do prédio e uma faixa na qual se lê: “Somos todos Lava-Jato. Somos Sérgio Moro.”

Ontem (6), integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e do Levante Popular da Juventude foram ao local protestar contra Cármen Lúcia. O grupo jogou bombas de tinta vermelha na fachada do prédio e pichou a calçada com frases que criticavam a ministra e o juiz federal Sergio Moro.

Cármen Lúcia deu o voto final, que desempatou e decidiu pela rejeição do pedido da defesa de Lula para mantê-lo em liberdade.

O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Sérgio Etchengoyen, ofereceu ajuda do governo federal e à presidente do STF para apurar o ato de vandalismo. Segundo a assessoria de imprensa do GSI, o general Etchengoyen telefonou para Cármen Lúcia para prestar solidariedade, classificando o episódio como “lamentável”.


*** Se você é a favor de uma imprensa totalmente livre e imparcial, colabore curtindo a nossa página no Facebook e visitando com frequência o AM POST.


Facebook

Economia

Contato Termos de uso