Empresário é preso suspeito de se passar por policial, roubar e estuprar jovem

O suspeito teria se passado por policial para intimidar a vítima em um ponto de ônibus.
29/09/2018 16h34 - Atualizado em 29/09/2018 16h34
Foto: Reprodução

Um homem de 41 anos foi preso, nesta sexta-feira (28), suspeito de estuprar uma jovem, de 19 anos, na Região da Pampulha, em Belo Horizonte. De acordo com a Polícia Civil, o crime aconteceu na madrugada de quinta-feira (27), e o suspeito teria se passado por policial para intimidar a vítima.

Segundo o delegado responsável, Saulo de Castro, por volta de 0h no Bairro Bandeirantes, a jovem estava em um ponto de ônibus, quando o carro parou, o empresário Alisson Campos a ameaçou com uma arma de fogo e a obrigou a entrar no veículo. Segundo a polícia, ele dirigiu para uma rua deserta e a estuprou.

Antes de libertar a vítima, Alisson roubou o celular dela, cerca de R$225 e documentos pessoais. De acordo com a polícia, ele teria dito à jovem que o carro era de serviço policial e que nada aconteceria com ele.

Castro informou que, quando a jovem desceu do carro, ela conseguiu anotar a placa do veículo. Em seguida, foi para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no bairro Santa Terezinha, também na Região da Pampulha. Em seguida, foi encaminhada para o Hospital Odilon Behrens.

Para a polícia, a vítima informou a placa e características do carro e do agressor. O carro foi identificado como sendo de um policial civil. A corporação afirmou que, quando o agente foi abordado, ele disse que tinha vendido o veículo em uma loja de carros usados há dez dias, e apresentou documentos de transferência datados e assinados com firma reconhecida.

De acordo com o delegado, o dono da agência de automóveis informou que o carro foi vendido na loja e que instruiu o novo proprietário a transferir a titularidade prontamente, pois pertencia a um policial.

Alisson foi encontrado no trabalho com as chaves do carro. Dentro do veículo, estavam os pertences da vítima. O delegado informou que o empresário admitiu o crime no momento da abordagem, entretanto, depois alegou que a jovem seria uma garota de programa e que houve desentendimento por causa do pagamento.

A vítima reconheceu o suspeito e disse que não era garota de programa e que não consentiu o sexo em momento algum.

Fonte: G1


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