Vítima de estupro coletivo, menino de 12 anos é violentado com martelo e barra de ferro

Nas imagens, o menino aparece com roupas íntimas femininas e um tecido em redor do pescoço.
13/10/2018 15h13 - Atualizado em 13/10/2018 15h13
Foto: Reprodução

Um menino foi vítima de tortura e estupro coletivo no Distrito Federal. A Polícia Civil da capital federal passou a investigar o caso após vídeo e fotos que mostram a agressão ao garoto de 12 anos serem compartilhados em rede social e o tio da vítima denunciar o caso junto a conselheiro tutelar. O crime teria acontecido no último fim de semana de setembro, mas a denúncia somente chegou à corporação após a divulgação de um vídeo nas redes sociais.

Nas imagens, o menino aparece com roupas íntimas femininas e um tecido em redor do pescoço. De acordo com o delegado-chefe da 33ª DP (Santa Maria), Rodrigo Têlho, cinco pessoas teriam participado da ação. No vídeo, que se encontra em posse da Polícia, as imagens mostram ele sendo constrangido e humilhado.

Uma mulher, um homem e três garotos menores de idade são suspeitos de serem os responsáveis do abuso. Contudo, apenas a mulher (que não teve sua identidade revelada) foi presa até o momento. Ela foi detida em flagrante por divulgar as imagens em redes sociais. À Polícia Civil, ela contou em depoimento que a criança era estuprada de forma “recorrente” e que o grupo já havia a molestado em outras ocasiões.

Aos policiais, a mulher detida também confirmou a informação de que o menino frequentava o local para usar drogas. “A criança era constantemente humilhada pelos autores. A vestiam de mulher, introduziram cabos de ferro e de martelo no seu ânus. A sacaneavam em troca de drogas”, explicou o delegado Rodrigo Têlho.

Detida, a suspeita responderá por injúria, estupro de vulnerável, lesão corporal, crimes praticados contra a criança e o adolescente, além de tráfico de drogas e ameaça. Já o outro acusado, que também maior de idade, teve prisão temporária pedida à Justiça pela corporação. Ele se encontra foragido até o momento.

O inquérito contra os outros suspeitos, que são menores de idade, foi enviado à Delegacia da Criança e do Adolescente.

*Texto retirado do site Redetv Notícias


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