Prisão preventiva de tenente da PM acusado de matar colegas de farda é mantida

Desembargadora afirma em decisão que faltou a defesa apresentar justificativa para soltar o policial militar.
14/01/2019 15h01 - Atualizado em 15/01/2019 12h50
Foto: Reprodução

Redação AM POST

Um pedido de habeas corpus feito pela defesa do tenente da policial militar, Joselito Pessoa Anselmo, acusado de matar dois colegas de farda e ferir outras duas pessoas no último dia 5 de janeiro, em Manaus foi negado pela Justiça do Amazonas nesta segunda-feira (14). O pedido havia sido impetrado pela Defensoria Pública do Estado.

Na decisão a desembargadora, Onilza Abreu Gerth, afirma que faltou a defesa apresentar justificativa para soltar o policial militar. A decisão proferida em plantão de 1º grau que determinou a prisão preventiva foi mantida.

“O Juízo de 1º grau, ao converter a prisão em flagrante em custódia preventiva, evidenciou a necessidade de preservação da ordem pública, ante a acentuada reprovabilidade da conduta perpetrada e, por conseguinte, a maior periculosidade do paciente (Joselito Pessoa Anselmo) visto o modus operandi adotado por ele na prática delitiva, havendo, portanto, elementos hábeis a justificar a segregação cautelar”, destacou a juíza.

Segundo a defesa do tenente da Polícia Militar do Amazonas ele não usou substância entorpecente na noite do crime e não lembra do momento em que os disparos ocorreram.


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