Governo da Venezuela distribui remédios e alimentos na fronteira

A medida foi adotada enquanto a oposição, liderada por Guaidó, intensifica a campanha sobre a entrada da ajuda humanitária no país.
12/02/2019 10h24 - Atualizado em 12/02/2019 10h24
Foto: Reprodução

O governo da Venezuela distribuiu remédios e alimentos nesta segunda-feira na fronteira com a Colômbia, no momento em que Juan Guaidó, líder opositor reconhecido como presidente interino por vários países, intensifica a campanha para permitir a entrada de ajuda humanitária americana.

Medicamentos como analgésicos, antibióticos e anti-inflamatórios, muitos em escassez no país, foram distribuídos gratuitamente a dezenas de pacientes.

Ao fundo era possível observar o bloqueio dos militares venezuelanos na ponte de Tienditas, que liga as cidades de Cúcuta (Colômbia) e Ureña (Venezuela).

A região tem uma forte presença das Forças Armadas.

Libio Rodríguez, 66 anos, elogiou a ajuda e expressou apoio ao governo de Nicolás Maduro. Ele repetiu o discurso do governo e disse que os alimentos e remédios enviados pelos Estados Unidos a Cúcuta a pedido de Guaidó são um pretexto para uma intervenção militar.

Muitas pessoas aguardavam por remédios. Outras esperavam por alimentos que o governo distribui a preços subsidiados em zonas populares, sob o programa batizado Comitês Locais de Abastecimento e Produção (CLAP), que a oposição denuncia como um “mecanismo de controle social”.

O governo da Venezuela distribuiu remédios e alimentos nesta segunda-feira na fronteira com a Colômbia, no momento em que Juan Guaidó, líder opositor reconhecido como presidente interino por vários países, intensifica a campanha para permitir a entrada de ajuda humanitária americana.

Medicamentos como analgésicos, antibióticos e anti-inflamatórios, muitos em escassez no país, foram distribuídos gratuitamente a dezenas de pacientes.

Ao fundo era possível observar o bloqueio dos militares venezuelanos na ponte de Tienditas, que liga as cidades de Cúcuta (Colômbia) e Ureña (Venezuela).

A região tem uma forte presença das Forças Armadas.

Libio Rodríguez, 66 anos, elogiou a ajuda e expressou apoio ao governo de Nicolás Maduro. Ele repetiu o discurso do governo e disse que os alimentos e remédios enviados pelos Estados Unidos a Cúcuta a pedido de Guaidó são um pretexto para uma intervenção militar.

Muitas pessoas aguardavam por remédios. Outras esperavam por alimentos que o governo distribui a preços subsidiados em zonas populares, sob o programa batizado Comitês Locais de Abastecimento e Produção (CLAP), que a oposição denuncia como um “mecanismo de controle social”.

Fonte: AFP

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