Titular da Suframa, presidentes da Ademi-AM e CBIC se reúnem com Mourão em Brasília

Durante o encontro, foram apresentadas propostas para a geração de empregos e a retomada do investimento.
08/03/2019 17h15 - Atualizado em 8/03/2019 17h15

O presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Amazonas (Ademi), Albano Maximo, o superintendente da Suframa, Coronel Alfredo Menezes e o presidente da Câmara Brasileira da Construção (CBIC), José Carlos Martins, foram recebidos na quinta-feira (07), em Brasília, pelo vice-presidente da República, general Antônio Mourão.

Durante o encontro, foram apresentadas propostas para a geração de empregos e a retomada do investimento. “Foi uma reunião produtiva”, disse o presidente da CBIC, José Martins, ao deixar o encontro. “Sabemos que a indústria da construção pode aquecer a economia. Não precisa de investimento de dinheiro público, mas da caneta do governo”, frisou.

Documento feito pela CBIC e entidades associadas intitulado “Construção: 1 milhão de empregos já!”, contém propostas que envolvem retomada de obras paralisadas, parcerias entre o setor privado e público e melhorias do ambiente de negócio por meio de ações que promovam previsibilidade, confiabilidade e segurança jurídica para recuperar a confiança do empreendedor e garantir as condições para novos investimentos. A CBIC avalia que, ao promover as medidas propostas, é possível gerar ao menos 1 milhão de novos postos de trabalho em todo o país.

Para o presidente da Ademi-AM, Albano Maximo, a reunião foi positiva para a aproximação da associação do Amazonas com o governo. “O setor está confiante no retorno do aquecimento do mercado diante do diálogo aberto com o Governo Federal”, disse Maximo.

Além do tema de geração de empregos na área da construção civil, foram discutidas pautas relevantes ao mercado da construção e indústria da imobiliária: código florestal; manutenção do rating de 1%; regularização de pagamentos do minha casa minha vida (MCMV) faixa 1 e 1,5.

Código Florestal
O Código Florestal impede a construção em faixas de terra próximas a cursos d’água. “A legislação acaba por comprometer o mercado incorporador no interior do Estado, quando diz que nada pode ser construído em até 500 metros das margens dos rios, e não levou em consideração a geografia diferenciada que é a Amazônia, onde todas as cidades estão a beira do rio”, enfatizou Maximo.


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