Professores da rede estadual de ensino tentam garantir na justiça direito de fazer greve

Sindicato contesta alguns pontos da decisão do desembargador Elci Oliveira que proibiu a paralisação da categoria.
22/04/2019 15h12 - Atualizado em 22/04/2019 17h39
Foto: Divulgação

Redação AM POST

Um mandado de segurança foi apresentado nesta segunda-feira (22) no Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM), pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam) para garantir a categoria o direito de seguir com a greve que foi proibida na última semana em decisão do desembargador Elci Simões de Oliveira a pedido do Governo do Amazonas sob multa de R$ 20 mil e com autorização para que seja descontado as faltas nos salários dos professores que aderirem a paralisação.

Tanto o Sinteam quanto o Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus (Asprom) vem desobedecendo a decisão da justiça e mantendo a greve que já dura uma semana.

No documento apresentado hoje (22) ao TJ-AM, o Sinteam contesta alguns pontos da decisão do desembargador Elci Oliveira. Também foi ajuizado recurso de Agravo Regimental para rever a decisão ou enviar para julgamento no plenário do Tribunal.

O processo foi sorteado nessa segunda-feira (22) para ser relatado pelo presidente do TJAM, desembargador Yedo Simões.

Em entrevista ao programa Manhã de Notícias, o governador Wilson Lima reafirmou que não pode conceder aumento de 15% aos professores por conta da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e disse que a categoria tem dificuldade de encontrar um interlocutor.


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